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Corpo de Bombeiros conclui cursos e forma novos soldados e especialistas em APH

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) concluiu o 3º Curso Básico de Soldado Temporário (CBST) e os 2º e 3º Cursos de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) – Suporte Básico de Vida. Ao todo, 59 militares finalizaram a formação e passam a reforçar o efetivo da corporação, contribuindo para a melhoria contínua dos serviços de emergência prestados à população mato-grossense.

A cerimônia, realizada na tarde de quinta-feira (19.12), foi presidida pelo comandante-geral adjunto e chefe do Estado-Maior, coronel BM Rony Robson Cruz Barros, e contou com a presença de coronéis da corporação, além de familiares e convidados dos formandos.

De acordo com o coronel BM Rony, a inclusão contínua de bombeiros militares temporários representa um avanço significativo para a instituição. A formação desses novos militares amplia a capacidade de resposta às ocorrências e assegura um atendimento cada vez mais qualificado à sociedade.

“Este é um momento muito importante para o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, pois vocês fazem parte das turmas iniciais de um programa implantado neste ano, autorizado pelo governador Mauro Mendes, que prevê a convocação de soldados temporários. Vocês se tornam referência não apenas para Mato Grosso, mas também para outros estados. Este momento representa apenas um passo inicial, pois a formação de vocês é contínua e ainda há muito a aprender”, afirmou o coronel.

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O Curso Básico de Soldado Temporário teve como objetivo preparar os militares para o desempenho das atividades operacionais. Foram formados 25 novos condutores e auxiliares que, durante a formação, enfrentaram intensas jornadas de estudo, com instruções teóricas e práticas nas áreas de combate a incêndios, salvamento, defesa civil e disciplina militar. Além disso, participaram de atividades físicas e treinamentos operacionais voltados ao aperfeiçoamento técnico, à disciplina e ao fortalecimento do espírito de corpo.

Esses militares também foram capacitados no Curso de Atendimento Pré-Hospitalar, tornando-se aptos a atuar no socorro imediato às vítimas e ampliando a capacidade de resposta da corporação em situações de urgência e emergência. Além deles, outros 34 militares concluíram o curso de APH.

Ao todo, o Curso de Atendimento Pré-Hospitalar contou com 150 horas-aula teóricas e 96 horas-aula práticas. A formação integrou fundamentos científicos, protocolos assistenciais e treinamentos aplicados, com foco na avaliação sistematizada da vítima, priorização do atendimento, biossegurança e intervenções iniciais essenciais, sempre com ênfase na segurança, na precisão técnica e na tomada de decisão.

O diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa, coronel BM Josiel Borges da Silva, destacou que a capacitação consolidou competências fundamentais para uma atuação eficiente e padronizada, fortalecendo a prontidão institucional e a missão do Corpo de Bombeiros Militar de salvar vidas e proteger o patrimônio.

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“Hoje, no encerramento deste curso, sendo o 3º Curso de Formação de Soldados Temporários, e na apresentação dos alunos que concluíram o CAPH, saibam que vocês estão envergando uma farda que carrega muita responsabilidade e compromisso. A todo momento, serão lembrados como bombeiros militares. Não importa onde estejam, mesmo em momentos de folga, sempre serão reconhecidos como bombeiros militares”, ressaltou.

Para o diretor de Saúde, coronel BM Jean Carlos Pinto de Arruda Oliveira, investir na qualificação técnica dos militares significa garantir um atendimento mais rápido, seguro e humanizado à população, especialmente nos primeiros minutos das ocorrências, quando a intervenção adequada pode ser decisiva para salvar vidas.

“Quando entrego um certificado aos senhores, não é um simples papel. É uma responsabilidade que os senhores assumem, que é nossa principal missão: salvar vidas. Isso é muito importante. Guardem essa responsabilidade e incorporem esse sentimento operacional, esse espírito de bombeiro militar”, afirmou o diretor de Saúde.

Também participaram do evento, a coronel BM Pryscilla Jorge Machado de Souza, comandante do 1º Batalhão de Bombeiros Militar, e o coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes, comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA).

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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