MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros controla incêndios florestais na Serra do Roncador e no Parque Estadual da Serra Azul

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) controlou os incêndios florestais que atingiram o Parque Estadual da Serra Azul e a região da Serra do Roncador, no município de Barra do Garças (a 637,6 km de Cuiabá). As áreas seguem em monitoramento.

De acordo com o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes, a precipitação de chuva registrada na região contribuiu para o aumento da umidade do solo, favorecendo o controle dos focos de calor pelas equipes em atuação no local.

“O incêndio foi contido, mas algumas áreas ainda apresentam fogo dentro de uma área já queimada. As equipes permanecem em campo realizando vigilância e ações de rescaldo nos locais para extinguir totalmente o incêndio”, explicou.

No Parque Estadual da Serra Azul, continuam em operação duas aeronaves, empregadas no lançamento de água sobre os focos remanescentes. As equipes terrestres seguem atuando, com o apoio de brigadistas da prefeitura, para a extinção completa dos focos.

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Já na região da Serra do Roncador, a aeronave e as equipes em solo permanecem mobilizadas, no combate e monitoramento dos focos ativos e atuando preventivamente para evitar reignições.

Apesar do controle, o Corpo de Bombeiros Militar segue fazendo o acompanhamento via satélite do cenário, por meio da Sala de Situação Central, com o objetivo de detectar rapidamente qualquer novo foco de incêndio. “Nosso trabalho não termina com o controle das chamas. Permaneceremos em campo até que a área esteja totalmente segura”, disse o tenente-coronel Marcondes.

A melhora no cenário também é reconhecida com alívio por parte dos profissionais que atuam diretamente na gestão e proteção da unidade de conservação. A gerente do Parque Estadual da Serra Azul, Cristiane Schnepfleitner, destacou o trabalho conjunto e a importância do apoio recebido durante o combate ao incêndio. “Conseguimos controlar o incêndio. Agradecemos a todas as equipes envolvidas, que não mediram esforços para que pudéssemos conter o fogo”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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