MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros controla incêndios florestais na Serra do Roncador e no Parque Estadual da Serra Azul

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) controlou os incêndios florestais que atingiram o Parque Estadual da Serra Azul e a região da Serra do Roncador, no município de Barra do Garças (a 637,6 km de Cuiabá). As áreas seguem em monitoramento.

De acordo com o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes, a precipitação de chuva registrada na região contribuiu para o aumento da umidade do solo, favorecendo o controle dos focos de calor pelas equipes em atuação no local.

“O incêndio foi contido, mas algumas áreas ainda apresentam fogo dentro de uma área já queimada. As equipes permanecem em campo realizando vigilância e ações de rescaldo nos locais para extinguir totalmente o incêndio”, explicou.

No Parque Estadual da Serra Azul, continuam em operação duas aeronaves, empregadas no lançamento de água sobre os focos remanescentes. As equipes terrestres seguem atuando, com o apoio de brigadistas da prefeitura, para a extinção completa dos focos.

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Já na região da Serra do Roncador, a aeronave e as equipes em solo permanecem mobilizadas, no combate e monitoramento dos focos ativos e atuando preventivamente para evitar reignições.

Apesar do controle, o Corpo de Bombeiros Militar segue fazendo o acompanhamento via satélite do cenário, por meio da Sala de Situação Central, com o objetivo de detectar rapidamente qualquer novo foco de incêndio. “Nosso trabalho não termina com o controle das chamas. Permaneceremos em campo até que a área esteja totalmente segura”, disse o tenente-coronel Marcondes.

A melhora no cenário também é reconhecida com alívio por parte dos profissionais que atuam diretamente na gestão e proteção da unidade de conservação. A gerente do Parque Estadual da Serra Azul, Cristiane Schnepfleitner, destacou o trabalho conjunto e a importância do apoio recebido durante o combate ao incêndio. “Conseguimos controlar o incêndio. Agradecemos a todas as equipes envolvidas, que não mediram esforços para que pudéssemos conter o fogo”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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