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Corpo de Bombeiros divulga resultado do Teste de Aptidão Física para oficiais e soldados temporários

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) divulgou o resultado do Teste de Aptidão Física (TAF) dos processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro de reserva para os cargos de Oficial de Saúde Temporário e Soldado BM de 2ª Classe Temporário. Os resultados podem ser consultados por meio do Sistema Estadual de Seleção de Mato Grosso (SIESMT).

Os editais contemplam diferentes perfis profissionais para reforçar o efetivo da corporação em diversas regiões do Estado. O processo seletivo para Oficial de Saúde Temporário oferece vagas para os perfis de médico generalista, psiquiatra e cardiologista. Já a seleção para Soldado BM de 2ª Classe Temporário contempla os perfis de auxiliar, condutor de viatura e técnico de enfermagem.

Ambos os processos seletivos terão validade de dois anos, podendo ser prorrogados uma única vez por igual período. Os contratos temporários poderão ter duração de até oito anos, com renovações anuais.

Oficial de Saúde Temporário

A remuneração inicial para os aprovados no processo seletivo de Oficial de Saúde Temporário é de R$ 15.819,76, acrescida de auxílio-alimentação de R$ 521,97, durante a realização do Curso de Adaptação de Oficial de Saúde Temporário (CAOST), em Cuiabá. Nesse período, os profissionais estarão na condição de aspirantes a Oficial de Saúde Temporário.

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Após a conclusão do curso, os militares serão promovidos ao posto de 2º Tenente BM de Saúde Temporário, passando a receber remuneração de R$ 18.182,73, além do auxílio-alimentação. Os profissionais atuarão nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande. A jornada de trabalho será definida conforme a escala operacional, nos regimes de 12×36 ou 24×72, ou em expediente administrativo, com possibilidade de adoção do regime de teletrabalho.

Soldado BM de 2ª Classe Temporário

Para os candidatos aprovados no processo seletivo de Soldado BM de 2ª Classe Temporário, a remuneração será de R$ 3.796,74, acrescida de auxílio-alimentação de R$ 521,97. Os profissionais irão reforçar o efetivo da corporação em municípios que já possuem unidades operacionais em funcionamento, além de localidades com previsão de instalação de novas unidades do Corpo de Bombeiros. A jornada de trabalho será definida conforme a escala operacional e/ou expediente administrativo nos locais abaixo:

Perfil Auxiliar (12 municípios): Canarana, Guarantã do Norte, Matupá, Querência, Paranatinga, Barra do Bugres, Brasnorte, Chapada dos Guimarães, Itiquira, Nova Bandeirantes, Nova Ubiratã e São José do Rio Claro.

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Perfil Condutor (17 municípios): Canarana, Confresa, Guarantã do Norte, Matupá, Rondonópolis, Sapezal, Sinop, Sorriso, Querência, Paranatinga, Barra do Bugres, Brasnorte, Chapada dos Guimarães, Itiquira, Nova Bandeirantes, Nova Ubiratã e São José do Rio Claro.

Perfil Técnico de Enfermagem (24 municípios): Canarana, Confresa, Cuiabá, Guarantã do Norte, Juína, Matupá, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sapezal, Sinop, Sorriso, Aripuanã, Diamantino, Paranatinga, Querência, Tapurah, Barra do Bugres, Brasnorte, Chapada dos Guimarães, Itiquira, Nova Bandeirantes, Nova Ubiratã e São José do Rio Claro.

Resultado do TAF do processo seletivo para Oficial de Saúde Temporário

Resultado do TAF do processo seletivo para Soldado BM de 2ª Classe Temporário

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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