MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros divulga resultado e convoca aprovados no seletivo para brigadistas temporários

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) publicou, nesta sexta-feira (25.7), o resultado final e a convocação dos 144 aprovados no processo seletivo simplificado para contratação de brigadistas temporários. Os convocados devem se apresentar a partir da próxima segunda-feira (28.7), munidos dos documentos exigidos para a formalização dos contratos. A lista com os nomes dos convocados, os locais de apresentação e a relação de documentos necessários está disponível no Diário Oficial. Confira aqui.

A contratação dos brigadistas temporários integra o conjunto de medidas adotadas pelo Governo do Estado para reforçar a atuação da corporação nas ações de prevenção e combate aos incêndios florestais, especialmente durante o período de estiagem, quando as condições climáticas favorecem a propagação do fogo. Os novos brigadistas temporários atuarão em apoio às operações estratégicas já desenvolvidas pelo CBMMT em 25 municípios mato-grossenses, abrangendo todas as regiões do Estado.

Eles atuarão nos seguintes municípios: Poconé, Alto Araguaia, Rondonópolis, Alto Paraguai, Feliz Natal, Nova Maringá, Nova Ubiratã, União do Sul, Barra do Garças, Confresa, Nova Xavantina, Cáceres, Mirassol D’Oeste, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade, Aripuanã, Campo Novo do Parecis, Colniza, Juara, Juína, Tangará da Serra, Alta Floresta, Colíder e Guarantã do Norte.

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Com a convocação, os aprovados devem se apresentar nos locais indicados, entre os dias 28 e 30 de julho, para a assinatura do contrato de trabalho. É fundamental que estejam munidos de toda a documentação exigida no edital. A remuneração bruta mensal será de R$ 2.6 mil, acrescido do proporcional de um 1/3 de férias e 13º salário. Já a jornada de trabalho será de 44 horas semanais, em regime de plantão de 12 horas de serviço por 36 horas de descanso. Veja mais informações no edital.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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