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Corpo de Bombeiros divulga resultado preliminar das inscrições do processo seletivo

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) divulgou o resultado preliminar das inscrições do processo seletivo simplificado, que tem como objetivo formar cadastro de reserva para os cargos de soldado bombeiro militar de segunda classe temporário, nas especialidades de auxiliar e condutor. O resultado está publicado no Diário Oficial do Estado que circulou na quarta-feira (8.10). Confira aqui a lista dos inscritos.

Os candidatos estão inscritos para atuação nos seguintes municípios, conforme a especialidade escolhida, sendo Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Aripuanã, Campo Novo do Parecis, Canarana, Comodoro, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Juara, Lucas do Rio Verde, Mirassol D’Oeste, Nova Xavantina, Paranatinga, Poconé, Querência, Sapezal, Sorriso, Tapurah e Várzea Grande.

Os aprovados atuarão tanto nas unidades operacionais já em funcionamento quanto nas novas, que serão inauguradas em diversas regiões do Estado, ampliando a capacidade de resposta do Corpo de Bombeiros Militar. A remuneração oferecida é de R$ 3.602,23, acrescida de auxílio-alimentação no valor de R$ 486,14. A jornada de trabalho poderá ser cumprida em escala de serviços operacionais e/ou em expediente diário para atividades administrativas.

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Fases do seletivo

O processo seletivo está dividido em diferentes etapas, conforme a especialidade. Para o especialista condutor, o processo contará com quatro fases: Avaliação de Títulos e Experiência Profissional, Prova Escrita, Teste de Aptidão Física (TAF) e Investigação Social e Documental. Já para auxiliar serão três etapas: Prova Escrita, Teste de Aptidão Física (TAF) e Investigação Social e Documental.

A aplicação da prova escrita está prevista para o dia 22 de outubro. Para o condutor, a prova abordará os seguintes conteúdos: Legislação de Trânsito, Direção Defensiva, Noções de Primeiros Socorros, Mecânica Básica, Condução de Viatura em Situações Especiais, além de Ética, Disciplina e Postura Profissional. Serão 33 questões, com pontuação máxima de 50 pontos.

Já para a especialidade de auxiliar, o conteúdo da prova incluirá Matemática, Língua Portuguesa, Noções de Primeiros Socorros, além de Geografia e História de Mato Grosso. A prova será composta por 34 questões, também com pontuação máxima de 50 pontos.

O candidato que não atingir a pontuação mínima de 40% do somatório de pontos da prova objetiva será eliminado do processo seletivo. Uma vez aprovados nesta fase, os candidatos deverão realizar a o Teste de Aptidão Física (TAF) entre os dias 10 e 16 de novembro. As demais etapas do processo seletivo serão divulgadas no Diário Oficial do Estado e no site https://seletivo.seplag.mt.gov.br.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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