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Corpo de Bombeiros e Ciopaer auxiliam no transporte aéreo de vítima de grave acidente em MT

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) auxiliou, neste sábado (15.2), no transporte de um homem vítima de um grave acidente de trabalho rural no município de Boa Esperança do Norte (a 399,3 km de Cuiabá). A operação contou com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

A equipe do 5º Batalhão Bombeiro Militar (5º BBM) foi acionada para realizar o transporte do paciente, que recebeu atendimento inicial no pronto atendimento do município. As circunstâncias do acidente não foram informadas, mas seu estado de saúde era crítico.

Devido à gravidade dos ferimentos, o homem precisou ser entubado antes do transporte aéreo. Ele apresentava politraumatismo grave, incluindo traumatismo cranioencefálico (TCE), traumas torácico e abdominal, além de fratura exposta no braço direito, edema e hematomas.

Para transferi-lo ao Hospital Regional de Sorriso, a equipe do Ciopaer contou com o apoio de um médico do município e de uma enfermeira do Corpo de Bombeiros Militar, responsáveis por manter a estabilidade do paciente durante o trajeto.

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Durante o voo, a vítima recebeu suporte ventilatório e monitoramento contínuo dos sinais vitais. Ao chegar ao hospital, foi entregue à equipe médica para a continuidade do atendimento.

Esta operação conjunta reforça a importância da integração entre as forças de segurança no atendimento a emergências, especialmente em regiões afastadas, onde a agilidade no socorro contribui para o aumento das chances de recuperação da saúde das vítimas.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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