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Corpo de Bombeiros e Ciopaer resgatam homem atacado por abelhas em Tabaporã

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na manhã de sábado (25.1), um trabalhador rural que foi atacado por abelhas em uma fazenda no município de Tabaporã (a 614,6 km de Cuiabá). A operação de salvamento contou com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

A equipe do 4° Batalhão Bombeiro Militar (4ºBBM) foi acionado, por volta das 10h30, para atender uma vítima, de 31 anos, que havia sido atacada por abelhas em uma área rural. Conforme informações, a vítima operava um trator com cabine aberta e sofreu centenas de picadas na cabeça, tronco e braços. Apesar dos ferimentos, o trabalhador conseguiu dirigir cerca de 20 quilômetros até a sede de uma fazenda, onde foi acionado o socorro dos militares.

Dada a gravidade do caso e a distância até o local, a equipe do 4º BBM solicitou o apoio aéreo do Ciopaer, baseado no município de Sorriso para auxiliar nesta ocorrência. A aeronave deslocou-se rapidamente para o quartel do Corpo de Bombeiros Militar em Sinop, onde embarcaram um médico intervencionista e uma enfermeira para atender a ocorrência.

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O resgate foi realizado, mesmo sob condições de mau tempo, com monitoramento contínuo da vítima durante o voo. Após o resgate, o helicóptero pousou no estacionamento da catedral de Sinop, onde uma unidade terrestre já aguardava para transportar o trabalhador ao hospital de referência. A vítima foi entregue consciente e estável aos cuidados da equipe médica.

Não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

Veja como foi a ocorrência aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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