MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros extingue incêndio às margens da BR-364

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na terça-feira (12.8) por volta das 16h40, para combater um incêndio às margens da BR-364, no km 23, em Alto Araguaia (a 418km de Cuiabá).

Ao chegar no local, a equipe do 1° Núcleo Bombeiro Militar (1° NBM) com a Brigada Estadual Mista (BEM) constataram que as chamas haviam se espalhado para uma área com edificações e avançado sobre propriedades rurais.

Para conter o fogo, os bombeiros militares atuaram diretamente às margens da rodovia, enquanto a equipe da BEM realizou o combate do outro lado, no pasto da fazenda. A ação conjunta foi rápida e eficiente, resultando na extinção completa do incêndio. Em seguida, as equipes realizaram o trabalho de rescaldo para evitar possíveis reignições.

Alerta

O CBMMT alerta que, em Mato Grosso, o uso do fogo é proibido no Pantanal entre 1º de junho e 31 de dezembro, e nos biomas Amazônia e Cerrado de 1º de julho a 30 de novembro. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é durante o ano todo. A instituição reforça que em caso de qualquer indício de incêndio florestal a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 ou 190.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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