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Corpo de Bombeiros localiza corpo de jovem que se afogou no Rio Sucuri

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na tarde de quinta-feira (20.11), o corpo de um jovem que havia se afogado no Rio Sucuri, na altura da Passagem da Conceição, em Várzea Grande.

A equipe do 1° Batalhão de Bombeiros Militar (1° BBM) foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 14h20. Conforme relato da solicitante, o jovem entrou no rio, submergiu e não voltou mais à superfície.

Ao chegar ao local, a equipe de mergulhadores realizou varredura subaquática técnica e localizou a vítima. O corpo foi retirado da água e entregue às autoridades competentes para os demais procedimentos legais.

O Corpo de Bombeiros reforça a importância de redobrar os cuidados em áreas de banho, sobretudo em locais com grande profundidade e presença de correntezas. Para aumentar a segurança dos banhistas, a corporação preparou uma série de recomendações essenciais:

Confira as orientações – Corpo de Bombeiros reforça cuidados para evitar acidentes aquáticos durante lazer

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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