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Corpo de Bombeiros localiza corpos de duas vítimas de afogamento após queda de carro de ponte

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na quinta-feira (03.4), os corpos de duas vítimas de afogamento após um grave acidente ocorrido na ponte sobre o Rio Bento Gomes, situada na Estrada Parque Transpantaneira, em Poconé (a 104 km de Cuiabá).

A equipe do 1º Pelotão Independente de Bombeiros Militar (1º PIBM) foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), por volta das 15h30, para atender uma ocorrência de acidente de trânsito que teria resultado no afogamento de um homem de 51 anos e uma criança de 5 anos.

No local, os bombeiros constataram que o veículo estava no rio e que o acidente envolveu um total de quatro vítimas.

Duas delas, mulheres, foram resgatadas por populares e levadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em um veículo particular, conduzido por um fazendeiro da região. Já as outras duas vítimas, um homem e uma criança, foram arremessadas do veículo no momento do acidente e caíram no rio, onde permaneceram submersas.

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Mergulhadores iniciaram imediatamente as buscas subaquáticas e conseguiram localizar os corpos após alguns minutos. Após o resgate, os corpos foram entregues à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para os procedimentos legais.

Não há informações sobre as circunstâncias que ocasionaram o acidente, nem sobre o estado de saúde atual da vítimas resgatadas com vida.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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