MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros Militar detém homem que causou incêndio em Sinop

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) deteve, nesta terça-feira (10.09), um homem que causou um incêndio no bairro Jardim Roma, em Sinop (a 480,9 km de Cuiabá). O homem, que estava em situação de flagrante delito, recebeu voz de prisão dos militares.

A equipe do 4º Batalhão Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada para atender a ocorrência e, ao chegar ao local, deparou-se com o homem que ateou o fogo e iniciou o incêndio.

Diante do flagrante, alguns bombeiros militares realizaram a contenção do homem, enquanto os demais iniciaram o combate às chamas e extinguiram o fogo sem maiores prejuízos.

A Polícia Militar foi acionada e conduziu o infrator à delegacia para os procedimentos cabíveis. Causar incêndio e expor a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem a perigo é crime previsto no Código Penal Brasileiro, no artigo 250, com pena de reclusão de 3 a 6 anos.

Além disso, as queimadas em áreas urbanas não são permitidas, sendo passíveis de multa e apreensão do responsável. Em áreas rurais, o período proibitivo, de acordo com decreto do Governo do Estado, estende-se até o dia 30 de novembro deste ano.

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O comandante-geral do CBMMT, Flávio Glêdson Vieira Bezerra, alerta para os prejuízos que os incêndios podem causar, seja provocando danos materiais, ambientais e até mesmo à saúde das pessoas.

“Os bombeiros militares estão enfrentando um trabalho árduo em campo. Muitas das demandas atendidas são causadas por ação humana. Estamos recebendo denúncias desses crimes e os órgãos de segurança estão identificando essas pessoas. Pedimos a colaboração da população para que não faça qualquer tipo de queimada, especialmente nesta época do ano, quando enfrentamos um período de seca severa”, ponderou o comandante.

Inquéritos

Em relação a incêndios criminosos, a Polícia Civil já instaurou 14 procedimentos investigativos para apurar esses crimes no período de 1º de janeiro a 9 de setembro deste ano. Ao todo, 17 pessoas foram detidas em flagrante, por causar incêndios em regiões de lavoura, pastagem, mata ou floresta. As prisões ocorreram em 13 municípios: Jaciara, Cuiabá, Alta Floresta, Alto Araguaia, Diamantino, Marcelândia, Nortelândia, Nova Monte Verde, Tapurah, Primavera do Leste e Rondonópolis, além de Sinop.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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