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Corpo de Bombeiros realiza aula inaugural da 2ª edição do Projeto Social Bombeiros do Futuro

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta quarta-feira (16.10), a aula inaugural da 2ª Edição do Projeto Social Bombeiro do Futuro em Juína (747 km de Cuiabá). Esta edição com a participação de 34 alunos.

O evento, que ocorreu nas dependências da 14ª Companhia Independente Bombeiro Militar (14ª CIBM) do município, tem como principal objetivo aproximar a instituição da sociedade, além de promover a educação e a conscientização sobre a atuação do bombeiro.

Durante o projeto, os participantes terão acesso a uma variedade de atividades educativas com foco em temas como atendimento pré-hospitalar, combate a incêndios, salvamento em altura, atividades recreativas e prevenção ao uso de drogas.

Além das instruções, os alunos também participarão de visitas técnicas em instituições públicos e privados do município de Juína.

“A iniciativa busca não apenas formar jovens com conhecimentos técnicos, mas também contribuir para a construção de valores e a promoção da cidadania na comunidade”, falou o comandante da 14ª CIBM, major Diego Oliveira dos Reis.

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O projeto conta com a colaboração de diversas instituições parceiras, incluindo a Prefeitura Municipal de Juína e a Justiça do Trabalho, entre outras organizações que apoiam a iniciativa.

Bombeiros do Futuro

O projeto tem como objetivo acompanhar crianças e adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade social e favorecer sua inclusão social. Ele ainda oferece formação básica em atividades voltadas principalmente para a disciplina militar e conhecimentos de bombeiros, abrangendo prevenção de acidentes, primeiros socorros, técnicas de salvamento e outras habilidades relacionadas à atuação dos bombeiros.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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