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Corpo de Bombeiros realiza desencarceramento de vítima presa às ferragens após colisão

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na noite desta sexta-feira (29.11), o desencarceramento de uma vítima que ficou presa às ferragens após um acidente automobilístico no bairro Jardim Vitória, em Cuiabá.

A equipe do 1º Batalhão de Bombeiros Militar (1º BBM) foi acionada para atender a uma ocorrência de colisão entre dois carros de passeio. Não há informações sobre as circunstâncias do acidente.

No local, os bombeiros militares constataram que o acidente havia causado uma fratura no membro superior esquerdo e uma luxação facial na condutora, que está grávida. A vítima também estava presa às ferragens do veículo.

O passageiro do mesmo veículo sofreu apenas escoriações leves. O condutor do outro carro não foi encontrado no local do acidente.

Com cautela e precisão, a equipe utilizou os equipamentos de desencarceramento para libertar a vítima que estava presa com segurança. Após o resgate, as vítimas receberam o atendimento pré-hospitalar e, em seguida, foram encaminhadas a uma unidade hospitalar para receber os cuidados médicos especializados.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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