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Corpo de Bombeiros realiza treinamento de primeiros socorros para educadores em Primavera do Leste

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta terça-feira (21.05), um treinamento de primeiros socorros para professores e funcionários de escolas públicas e privadas da rede de ensino infantil e básico em Primavera do Leste (243 km de Cuiabá).

O evento, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, faz parte do Projeto Capacitar para Salvar, que tem como objetivo preparar os trabalhadores da área da educação sobre como prestar assistência para os alunos em casos de emergências.

O treinamento abordou a aplicação prática e teórica da Lei Lucas, sancionada em 2018, que determina que escolas de educação infantil e fundamental, tanto públicas quanto privadas, devem oferecer cursos de primeiros socorros para seus educadores. A Lei homenageia o garoto Lucas Begalli Zamora, que faleceu aos 10 anos após se engasgar com um pedaço de salsicha durante um passeio escolar.

De acordo com o comandante da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) de Primavera do Leste, major Bruno Iop, essa capacitação é de extrema importância, pois os educadores geralmente são os primeiros a presenciar emergências que acontecem dentro das escolas.

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“Ter o treinamento adequado permite que esses profissionais administrem os primeiros socorros de maneira rápida e eficaz, o que pode ser crucial para salvar vidas antes da chegada dos serviços especializados, principalmente, ao estabilizar as crianças até a chegada de profissionais de saúde, reduzindo o risco de complicações e melhorando as chances de recuperação. Além disso, saber que os professores estão prontos para agir em situações de emergências tranquiliza a comunidade escolar e fortalece a sensação de segurança”, afirma o comandante.

No total, 120 professores da Educação Infantil participaram do Projeto de capacitação.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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