MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros resgata trabalhadores de dentro de caixa d’água de prédio em Cuiabá

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na tarde desta terça-feira (09.12), dois trabalhadores que passaram mal dentro da caixa d’água de um prédio localizado no bairro Coophema, em Cuiabá. As vítimas foram retiradas de dentro da estrutura pelos bombeiros, enquanto o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) auxiliou no resgate pela parte superior, em uma operação conjunta entre as forças de segurança.

As equipes do CBMMT foram acionadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 14h30. Segundo as primeiras informações, os trabalhadores realizavam pintura e manutenção interna da caixa d’água quando começaram a apresentar sinais de intoxicação. Além do CBMMT e do Ciopaer, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também esteve no local.

De acordo com a capitã BM Beatriz Oliveira Castelli de Albuquerque, oficial de área responsável pela ocorrência, os trabalhadores não conseguiram deixar o local por conta própria devido à desorientação causada pela intoxicação. Diante do risco, foi estruturada uma operação conjunta envolvendo equipes de salvamento em altura, atendimento pré-hospitalar e suporte aéreo, com o uso de um helicóptero.

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“Os bombeiros utilizaram técnicas de resgate vertical para alcançar os homens e retirá-los de dentro da caixa, conduzindo-os até a parte superior da estrutura, que tem cerca de 30 metros de altura. Com o apoio do Ciopaer, eles foram removidos com segurança e receberam os primeiros atendimentos ainda no local, pelas equipes do CBMMT e do Samu”, explicou a capitã.

Após o resgate, os trabalhadores foram encaminhados a uma unidade de saúde para avaliação médica. Não há informações sobre o estado de saúde atual das vítimas.

Orientações

O Corpo de Bombeiros Militar alerta que qualquer intervenção em espaços confinados deve seguir normas de segurança, incluindo a utilização de equipamentos de proteção apropriados, monitoramento da qualidade do ar e ventilação forçada para dispersão de vapores tóxicos. Trabalhos com tintas, solventes ou substâncias químicas devem ser realizados somente após avaliação de risco e com supervisão adequada para evitar acidentes.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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