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Corpo de Bombeiros socorre homem de 40 anos que foi picado por jararaca

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, nesta quarta-feira (10.12), um homem de 40 anos, que foi picado por uma serpente da espécie jararaca, na zona rural de Sorriso (a 396 km de Cuiabá).

A equipe do 5º Batalhão Bombeiro Militar (5º BBM) foi acionada via 193, por volta das 10h50, quando o empregador da vítima entrou em contato informando que seu funcionário havia sido picado por uma jararaca enquanto trabalhava no depósito de uma fazenda.

O homem foi levado até o quartel pelo próprio empregador e, ao chegar, foi constatado que o trabalhador havia sido picado no antebraço esquerdo. A vítima relatou estar sentindo dor e apresentava inchaço no local da picada, além de dores de cabeça.

Os bombeiros prestaram atendimento à vítima e realizaram o monitoramento dos sinais vitais, que se mantiveram estáveis. Após os primeiros socorros, o homem foi encaminhado ao Hospital Regional de Sorriso, onde recebeu atendimento médico especializado.

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Como agir em caso de picadas

O CBMMT, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), reforça algumas orientações importantes em casos de picada de serpente. Entre os primeiros cuidados, recomenda-se limpar o local com água e sabão, manter o membro afetado elevado e, caso seja possível com segurança, fotografar o animal para auxiliar na identificação e no tratamento adequado.

Por outro lado, algumas práticas devem ser evitadas, como fazer torniquete ou garrote, cortar, furar, queimar ou espremer o local da picada, assim como realizar sucção da ferida. Também não se deve aplicar substâncias caseiras, como álcool, querosene, fumo, café, terra ou outros produtos, pois podem causar infecções e complicações. A ingestão de bebidas alcoólicas ou substâncias tóxicas também é contraindicada, pois não neutraliza o veneno e pode agravar o quadro clínico.

A orientação final é procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo, preferencialmente um pronto atendimento ou hospital. O Centro de Intoxicação Antiveneno, localizado no Hospital Municipal de Cuiabá, disponibiliza atendimento médico 24 horas pelo número 0800 722 6001.

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*Sob supervisão de Hannah Marques

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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