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Corregedor eleitoral recebe prefeito de Brasnorte para tratar da ampliação da biometria

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O vice-presidente e corregedor regional eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargador Marcos Machado, recebeu o prefeito de Brasnorte, Edelo Marcelo Ferrari, nesta quarta-feira (11.06), para falar sobre a ampliação do cadastro biométrico no município. Atualmente, 65% do eleitorado local, ou seja, 7.865 pessoas, do total de 12.109 aptas ao voto, possuem a biometria cadastrada.

O desembargador Marcos Machado entregou a minuta de um termo de cooperação ao prefeito, que prevê ações conjuntas visando à ampliação do cadastro biométrico em Brasnorte. A principal delas é a disponibilização de ponto de atendimento para a coleta da biometria. “Temos o kit disponível e a ideia é ampliar as possibilidades de acesso para a população”, destacou o corregedor regional eleitoral.

Na oportunidade, o prefeito fez o cadastro da própria biometria, no gabinete do corregedor. “Acredito que este ato é muito importante, pois serve de exemplo e referência para os moradores de Brasnorte”, avaliou o desembargador Marcos Machado, acrescentando que a ideia é proporcionar esta possibilidade a outros representantes institucionais que participem de reuniões na Corregedoria e precisem cadastrar a biometria.

Segundo o prefeito Edelo Marcelo Ferrari, o TRE-MT demonstra a preocupação com o acesso de todos e todas à cidadania. “Quero agradecer à Justiça Eleitoral, agradecer ao desembargador pela receptividade, pela oportunidade de ter feito a biometria também. Nosso município precisa melhorar os índices da biometria, e estou levando aqui um termo para avaliar, e já amanhã daremos um retorno para o desembargador para fechar a parceria, buscando conscientizar a população e os eleitores para fazer a biometria e a situação ficar regularizada”, frisou.

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A meta da Corregedoria Regional Eleitoral de Mato Grosso é atingir 98% do eleitorado com a biometria cadastrada. Atualmente, o índice está em 87,4%. Os municípios que não possuem postos de atendimentos e que estão com percentual abaixo da média do estado são: Reserva do Cabaçal (44,2%), Nova Marilândia (73,6%), Rio Branco (78,5%), Boa Esperança do Norte (79,6%), Salto do Céu (82,1%) e Santo Afonso (84,7%). Já as Zonas Eleitorais com maior percentual de eleitores e eleitoras sem biometria são: 28ª ZE – Porto Alegre do Norte (46,74%); 57ª ZE – Paranatinga (41,93%); 35ª ZE – Juína (34,62%); 56ª ZE – Brasnorte (33,54%); 11ª ZE – Aripuanã (33,02%); 27º ZE – Juara (27,33%); 53ª – Querência (26,92%); 50ª ZE – Nova Monte Verde (25,66%).

Com o objetivo de intensificar as ações, o corregedor regional eleitoral informou que o TRE-MT recebeu 50 novos kits completos de biometria, com o objetivo de ampliar a capacidade de atendimento. Além disso, há 150 novos kits incompletos que se juntarão a outros 109 kits incompletos já adquiridos, que estarão disponíveis para instalação em novos pontos de coleta biométrica por meio de parcerias com Prefeituras.

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Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: A primeira imagem mostra uma reunião entre três pessoas — uma mulher e dois homens — sentadas ao redor de uma mesa em um ambiente corporativo. Eles estão em uma conversa ativa, com gestos que indicam diálogo e troca de ideias. A mesa está organizada com papéis, copos de água, uma xícara de café e objetos de uso pessoal. Ao fundo, há um painel com imagem de floresta, móveis de escritório e bandeiras, compondo um espaço institucional moderno e bem estruturado. A segunda imagem mostra a coleta biométrica do prefeito sendo feita, na sala onde ocorreu a reunião.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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