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Criminoso com passagens por roubo, homicídio e tentativa de latrocínio é preso em Polícia Civil em Peixoto de Azevedo

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Um homem condenado por tentativa de latrocínio teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (04.09), em operação realizada pelos policiais da Delegacia de Peixoto de Azevedo (691 km ao norte de Cuiabá).

O suspeito, de 37 anos, conhecido por atuar como ladrão de garimpos, também tem passagens por crimes de roubo e homicídio ocorridos nos anos de 2014 e 2015. A ação resultou ainda na apreensão de uma arma de fogo, diversas munições, além de mercúrio, e outros apetrechos utilizados na atividade de garimpo de ouro.

Segundo as investigações conduzidas pela Delegacia de Peixoto de Azevedo, o suspeito chegou a cumprir pena pela tentativa de latrocínio, sendo liberado mediante algumas condicionais, que não foram cumpridas, resultando na expedição de novo mandado de prisão.

Com a nova ordem de prisão, os policiais montaram estratégia para cumprimento do mandado, uma vez que havia informações de que o suspeito ficava constantemente armado, chegando até mesmo a dormir com a arma de fogo debaixo do travesseiro.

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Após o cumprimento da ordem de prisão, foram realizadas buscas na residência do preso, sendo apreendido no local uma arma de fogo tipo pistola, munições e apetrechos de garimpo.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à delegacia onde além de ter o mandado cumprida, foi autuado em flagrante pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito e crime ambiental, tipificado no artigo 56 da Lei 9.605/98, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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