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Cuiabá: Justiça Eleitoral promoverá mutirão no distrito Nossa Senhora da Guia

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O Cartório da 1ª Zona Eleitoral realizará, entre os dias 24 e 26 de setembro, um mutirão no distrito Nossa Senhora da Guia, em Cuiabá. O atendimento ocorrerá das 8h às 13h, na Escola Estadual “Filogônio Corrêa”, localizada na Avenida Sinfrônio de Camargo, nº 691, Guia. 

 

Entre os serviços oferecidos, estão o alistamento eleitoral (confecção do 1º título), transferência, revisão de dados cadastrais, regularização de situação eleitoral, e, sobretudo, a coleta biométrica. 

 

O objetivo da ação é facilitar o acesso da população aos serviços prestados pela Justiça Eleitoral. A iniciativa faz parte da campanha Biometria 100%, que visa o cadastramento biométrico de, pelo menos, 98% do eleitorado de Mato Grosso. 

 

O chefe de Cartório da 1ª Zona Eleitoral, Antonio Henrique Ricci Boaventura, declarou que é uma honra para a Justiça Eleitoral servir à comunidade da Guia, fazendo um mutirão dentro da campanha Biometria 100%. “Estamos focados em atender o eleitor e a eleitora para que as eleições transcorram no mais alto nível”. 

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Panorama biométrico 

 

Atualmente, o distrito possui um eleitorado de 3.093 pessoas, sendo que 4,46% (138 eleitores) não haviam realizado o cadastramento biométrico. 

 

A 1ª Zona Eleitoral possui 101.714 pessoas aptas a votar, que une eleitores e eleitoras dos municípios de Cuiabá e Acorizal. Do total, 8.659 pessoas (8,51%) ainda não coletaram a biometria. 

 

Autora: Laís Guilherme (supervisão de Nara Assis) 

 

#ParaTodosVerem: A imagem mostra o processo de coleta de impressões digitais para cadastrar a biometria. Um servidor, de camiseta branca e relógio azul, realiza o serviço em um eleitor.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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