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Defesa Civil de MT abre inscrições para nova turma de voluntários em Cuiabá

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A Defesa Civil de Mato Grosso está com inscrições abertas para o 2º curso básico de Proteção e Defesa Civil, com o objetivo de capacitar novos voluntários. O treinamento vai ser realizado das 8h às 18h, no dia 18 de março, na Arena Pantanal, em Cuiabá. 

Para participar, basta ter mais de 18 anos e se inscrever por meio deste link. O curso gera certificação de 20 horas totais, sendo 10 horas presenciais e 10 horas de atividades complementares, realizadas de forma virtual. 
 

De acordo com o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil, coronel BM César Brum, os voluntários deverão aprender conceitos e legislações básicas sobre a Defesa Civil, noções de combate a incêndio, atendimento pré-hospitalar, abrigos temporários, monitoramento, e procedimentos de envio de alerta e emissão de alarmes. 

“Esse treinamento nos ajuda a desenvolver uma cultura nacional de prevenção a desastres, com mais consciência, e estimula o comportamento preventivo para evitar ou minimizar desastres”, afirmou. 
 

O secretário destacou, ainda, que o curso faz parte das diretrizes da Defesa Civil e objetiva capacitar voluntários que possam ser acionados para uma ação conjunta em caso de um grande desastre.

Serviço

2º curso básico de Proteção e Defesa Civil
Data: 18 de março
Local: Arena Pantanal, em Cuiabá
Requisitos: Ter mais de 18 anos
Inscrições podem ser feitas clicando aqui.

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Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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