MATO GROSSO

Defesa Civil do Estado participa de entrega do Plano de Contingência de Campo Verde

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A Defesa Civil de Mato Grosso participou, nesta quinta-feira (13.11), da entrega do Plano de Contingência do município de Campo Verde, realizada em uma audiência pública, no auditório da Prefeitura.

O documento estabelece protocolos que orientam a atuação integrada dos órgãos responsáveis em casos de situação de emergência ou estado de calamidade pública no município.

O Plano de Contingência tem sido elaborado desde o mês de maio pelo Município, com apoio da Defesa Civil do Estado e em parceria com diversas instituições, e reúne informações essenciais para a gestão de riscos e desastres no município, como o mapeamento das áreas vulneráveis, os cenários de riscos identificados pelas instituições, os materiais disponíveis e o protocolo de atendimento à população.

O secretário de Proteção e Defesa Civil do Estado, coronel BM Marcelo Reveles, ressaltou o compromisso da instituição de apoiar as prefeituras na gestão de riscos e fortalecer a rede de proteção no Estado.

“A entrega do plano de Campo Verde reforça esse compromisso da instituição de oferecer apoio e atuar como parceira para que os municípios estejam cada vez mais preparados para enfrentar situações de emergência”, afirmou.

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No município, a Defesa Civil do Estado prestou apoio técnico para o levantamento das áreas de risco, mapeamento de rotas de fuga e pontos de encontro, abrigos temporários, definição de protocolos de atuação e cenários de risco.

Campo Verde é o segundo município do Estado a concluir a elaboração do Plano de Contingência.

Participaram da entrega do documento representantes do Corpo de Bombeiros, Instituto Federal de Mato Grosso e empresas privadas.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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