MATO GROSSO

Defesa Civil faz mapeamento de áreas de risco em Campo Novo do Parecis e Sapezal

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A Defesa Civil de Mato Grosso realiza nesta semana o mapeamento de áreas de risco nos municípios de Campo Novo do Parecis e Sapezal. A atividade, que ocorre entre os dias 6 e 9 de agosto, faz parte das ações de prevenção a desastres e visa identificar os riscos para subsidiar a elaboração dos planos de contingência dos municípios.

O mapeamento envolve a identificação de áreas suscetíveis a alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra, além da avaliação da probabilidade de ocorrência desses fenômenos.

O trabalho é fundamental para a identificação da quantidade de pessoas e imóveis nessas áreas de risco, bem como para o planejamento de medidas preventivas, mitigatórias e de preparação da população local para evacuação e respostas de emergência.

Para a identificação das áreas suscetíveis a desastres, a Defesa Civil considera as características físicas da região, como elevações, rios, estradas e a localização das casas. Para isso, os agentes utilizam imagens de satélite, dados de sensoriamento remoto, drones e sistemas de informação geográfica (SIG).

As equipes também realizam o mapeamento de vulnerabilidade, avaliando a exposição e capacidade de resposta das comunidades caso afetadas por desastres.

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Mapeamento de áreas de risco

Neste ano, oito municípios já tiveram as áreas de risco mapeadas pela Defesa Civil do Estado. São eles: Nova Ubiratã, Nova Mutum, Jauru, Comodoro, Confresa, Porto Alegre do Norte, Dom Aquino e Rondonópolis.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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