MATO GROSSO

Defesa Civil realiza mapeamento de áreas de riscos em Paranatinga e Planalto da Serra

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A Defesa Civil de Mato Grosso realizou, entre os dias 27 e 30 de agosto, o mapeamento de áreas de riscos nos municípios de Paranatinga e Planalto da Serra.

A ação, realizada em parceria com os municípios, envolve a identificação de áreas suscetíveis a desastres como alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra, e a avaliação da probabilidade de ocorrência desses fenômenos, considerando as características da região.

Além das vistorias in loco, as equipes da Defesa Civil utilizam imagens de satélite, dados de sensoriamento remoto, sistemas de informação geográfica e drones para o mapeamento dos locais.

Ainda, realizam o mapeamento de vulnerabilidade dos municípios, avaliando a exposição e capacidade de resposta das comunidades caso afetadas por desastres.

“O mapeamento das áreas de risco é fundamental para que os municípios possam elaborar planos de prevenção e de contingência e adotar medidas eficazes para mitigar os riscos para a população que mora nessas regiões”, observa o superintendente de Proteção e Defesa Civil, tenente-coronel BM Luís Cláudio Pereira da Cruz.

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Além de Paranatinga e Planalto da Serra, a Defesa Civil também realizou o mapeamento de áreas suscetíveis a desastres nos municípios de Nova Ubiratã, Nova Mutum, Jauru, Comodoro, Confresa, Porto Alegre do Norte, Dom Aquino, Rondonópolis, Campo Novo do Parecis e Sapezal.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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