Política MT

Deputado Bolsonarista dá como certa vitória no TSE

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O deputado Estadual e bolsonarista de carteirinha  Delegado Claudinei (PL) na tentativa de “ganhar” a vaga do deputado Juca do Guaraná Filho (MDB) eleito democraticamente no último dia 2 de outubro, tem se mostrado bastante confiante  no recurso que será apreciado pela suprema corte eleitoral do nosso País.

 Para conquistar a vitória, o parlamentar se vê nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, que se encontra à frente do Supremo Tribunal Eleitoral (STF) e que segundo Claudinei se forem seguidos os moldes de decisões anteriores o Supremo  deve acatar a petição do PL protocolada no TSE e validar os 7.260 votos recebidos pelo ex-prefeito de Chapada, Gilberto Mello (PL), que foram considerados nulos.

Desta forma Claudinei seria empossado na vaga de Juca do Guaraná vale ressaltar que Mello pediu desistência do recurso no TSE, porém, a ação está em julgamento na Justiça Eleitoral, que tem como presidente Alexandre Moraes, alvo de constante crítica por parte do deputado. Claudinei também se tornou um dos principais críticos do STF. 

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Entenda o caso

O candidato Gilberto Mello concorreu sub judice, pois teve a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral por possuir uma condenação por improbidade administrativa, uma vez que teve as contas de sua gestão no município de Chapada dos Guimarães reprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em 2017.

Gilberto angariou nas urnas 7.260 votos, Sem os votos do ex-prefeito, a soma da chapa do PL possibilitou à sigla conquistar duas cadeiras no parlamento estadual. Caso os votos sejam “descongelados”, passará a ter três.

Fonte: Política MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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