O Governo de Mato Grosso abre a programação da Semana do MEI, o maior evento de empreendedorismo para microempreendedor individual do Brasil, com palestras sobre crédito consciente para fomento de pequenos negócios. O Estado será representado pela Desenvolve MT (Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso).
Mais de 60% dos clientes da agência são microempreendedores individuais (MEIs), as linhas de crédito de maior procura são capital de giro, mulher empreendedora e crédito para investimentos no valor de até R$20 mil.
Os MEIs interessados em conhecer as linhas de crédito para iniciar ou expandir a sua empresa poderão participar da palestra da Desenvolve MT que será na segunda-feira (22.05), em Cuiabá, na praça da República, das 9h às 10h. Em Várzea Grande, na praça Sarita Baracat, das 14h às 15h.
Além do evento presencial, a equipe de especialistas da Desenvolve MT estará durante toda a semana do MEI, na Arena do Crédito ,com atendimento online prestando informações aos empreendedores sobre linhas de crédito e tirando dúvidas em geral. Para participar acesse o link https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/MEI/eventosonline#2305
O evento é totalmente gratuito. Este ano, a 14ª edição será realizada de 22 a 26 de maio com palestras, oficinas, cursos, workshops e atendimentos gratuitos para quem quer iniciar ou aperfeiçoar a gestão de um negócio.
Nesta edição, serão abordados temas sobre o comportamento empreendedor, planejamento para formalizar ou decolar o negócio, orientações para crédito, gestão financeira, inovação, transformação digital, atendimento ao cliente, como vender mais e melhor, marketing, dentre outros.
A programação completa da Semana do MEI 2023 pode ser acessada através do link: www.sebrae.com.br/semanadomei. Para quem preferir participar presencialmente, é só acessar o site do evento e procurar pela programação disponível em Mato Grosso.
Dados
O total de microempreendedores individuais (MEIs) em Mato Grosso é 271.375, segundo dados da Receita Federal divulgados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae/MT), em maio de 2023.
Dados da Receita Federal, divulgados pelo Sebrae/MT em maio de 2023, apontam que dos 89,55% do total de pequenos negócios ativos no estado, 271.375 sâo microempreendedores individuais (MEIs), 225.004 microempresas (ME) e 35.888 empresas de pequeno porte (EPP).
Os pequenos negócios movimentam a economia e são responsáveis por 55% do PIB mato-grossense, conforme divulgação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.