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Detran e Polícia Militar promovem curso de atualização para agentes de trânsito

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A Escola Pública de Trânsito do Detran, em parceria com o Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar, promove, entre os dias 24 e 27 de outubro, o Curso de Atualização de Agente de Trânsito, voltado para policiais militares de todo Estado que executam atividades de fiscalização, operação, policiamento ostensivo de trânsito ou patrulhamento.

Ao todo, 28 policiais militares participam da capacitação, que acontece no auditório da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em Cuiabá. Durante os quatro dias de curso, serão abordados temas como Legislação de Trânsito Aplicada, Ética e Cidadania, Operação e Fiscalização de Trânsito.

A diretora de Conformidade Legal e Educação para o Trânsito do Detran-MT, Adriana Carnevale, ressaltou a importância da parceria com a Polícia Militar, principalmente para melhor aplicabilidade do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) em Mato Grosso. “O curso vai qualificar os policiais e fazer com que eles se tornem multiplicadores dos conhecimentos em suas regiões de atuação”, ressaltou.

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Segundo a diretora, é fundamental a união das ações de fiscalização com a educação para a mudança do comportamento dos condutores no trânsito, um dos pilares do Pnatrans.  

A coordenadora da Escola Pública de Trânsito, Renata Neves Freitas, destaca que o curso é uma oportunidade para ressignificar a prática executada pelos agentes da autoridade de trânsito no Estado, “na perspectiva de melhorar o serviço prestado ao cidadão de modo a contribuir para a redução do número de mortes e lesões no trânsito”, falou.  

Segundo o comandante do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar, coronel PM Adão César Rodrigues Silva, após o encerramento do curso, os profissionais retornarão às suas unidades de origem com o dever de replicar os conhecimentos adquiridos atendendo, assim, às exigências legais de qualificação periódicas dos agentes de fiscalização de trânsito conforme a portaria nº 966/2022 da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).  

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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