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Detran leva circuito de palestras sobre educação para o trânsito a 680 estudantes de Cuiabá

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran), por meio da Coordenadoria de Ações Educativas, realizou, nesta segunda-feira (4.5), um circuito de palestras para sensibilização e educação para o trânsito, alcançando 680 alunos da Escola Estadual Professora Zélia Costa de Almeida, em Cuiabá.

A ação faz parte da programação da campanha Maio Amarelo 2026, que este ano traz o tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”. A proposta é uma reflexão de que não basta apenas ver, mas é preciso enxergar, de fato, quem está ao seu redor, reconhecendo que cada pessoa no trânsito tem uma história, uma vida e o direito de chegar em segurança.

Participaram das palestras alunos do ensino fundamental e médio, em um momento de conhecimento sobre regras de circulação, fortalecimento da percepção de risco e sensibilização para atitudes seguras no trânsito, como pedestres, ciclistas e passageiros.

Entre os assuntos abordados estavam: percepção de riscos no trânsito, normas de circulação e conduta, fatores de risco que causam acidentes de trânsito, importância da sinalização de trânsito e de atravessar na faixa de pedestre, uso do cinto de segurança, riscos de conduzir veículo sem possuir CNH, entre outros temas importantes para a construção de um trânsito mais seguro.

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“É de suma importância trazer esse tema para dentro da escola, para nossos jovens. Não é a primeira vez que o Detran vem até a nossa escola, trazendo educação para o trânsito. A campanha Maio Amarelo é o momento em que podemos parar e refletir, especialmente sobre o que desejamos para o trânsito”, disse a professora Lucinda Gaviglia.

A campanha Maio Amarelo estende-se ao longo do mês, com diversas ações, como palestras com estudantes, motoristas profissionais, em empresas, Amigo da Rodada, abordagens educativas com pit stop em avenidas de grande fluxo de veículos, entre outras ações de sensibilização.

A coordenadora de Ações Educativas do Detran, Rosane Pölzl, ressaltou que a escola é um espaço estratégico para a formação de cidadãos mais conscientes e responsáveis no trânsito.

“Ao dialogar com os estudantes, estimulamos desde cedo a empatia, a percepção de risco e o entendimento de que cada escolha no trânsito impacta não só a própria vida, mas a de todos ao redor. E assim, de forma coletiva, construímos uma cultura de respeito e segurança no trânsito”, afirmou.

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O presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, destaca que a Campanha Maio Amarelo intensifica o trabalho de educação para o trânsito que é realizado ao longo de todo o ano pelo Detran. “Com o propósito da campanha, intensificamos nossas ações, trabalhando na sensibilização de todos os envolvidos no trânsito para a construção de uma cultura de paz e redução de sinistros”, disse.

O movimento Maio Amarelo acontece, anualmente, todo mês de maio, com o objetivo de mobilizar a sociedade e instituições na sensibilização de comportamentos mais seguros no trânsito para a redução dos sinistros de trânsito, especialmente os com vítimas fatais.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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