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Diplomação dos eleitos de Cuiabá: Justiça Eleitoral abre credenciamento para imprensa

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso iniciou o credenciamento dos profissionais da imprensa interessados em acompanhar presencialmente a Solenidade de Diplomação dos Eleitos e Eleitas de Cuiabá, que ocorrerá no dia 18 de dezembro, às 17h, no Teatro Zulmira Canavarros.

Os interessados devem realizar o credenciamento exclusivamente por meio de um formulário online disponibilizado pela Assessoria de Comunicação do TRE-MT. [Acesse aqui]. O evento também será transmitido ao vivo pelos canais do TRE-MT e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) no YouTube.

Regras de Credenciamento
• Emissoras de TV: até 3 profissionais credenciados.
• Rádio, mídia impressa e sites: até 2 profissionais por veículo.
• Assessores de Comunicação: 1 por eleito ou eleita.

O prazo para credenciamento vai de 5 a 10 de dezembro. Após preencher o formulário, será necessário retirar as credenciais presencialmente na Assessoria de Comunicação do TRE-MT, das 8h às 14h. As credenciais são de uso pessoal e intransferível.

A iniciativa reforça o compromisso da Justiça Eleitoral com a organização e transparência no acompanhamento do processo eleitoral, garantindo acesso adequado à imprensa e uma comunicação eficiente com a sociedade.

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#DescriçãodaImagem: A arte de divulgação possui fundo branco com a mensagem “Credenciamento de Imprensa” ao centro. Acima, a frase: “Diplomação dos Eleitos e Eleitas de Cuiabá”. Abaixo, estão as logomarcas das Eleições Municipais 2024 e do TRE-MT. No lado direito, cortes de imagens com equipamentos de imprensa; à esquerda, quadriculados coloridos.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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