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Doze pessoas são presas por embriaguez e uma por desobediência durante Operação Lei Seca

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Realizada simultaneamente em dois pontos de Cuiabá, na madrugada deste domingo (12.03), a 29ª Operação Lei Seca resultou na prisão de 13 pessoas, sendo 12 por embriaguez ao volante e uma por desobediência conforme o artigo 330 do Código Penal (CP). Ao todo, 192 veículos foram fiscalizados.

Nesta edição, coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), uma equipe esteve concentrada na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), próximo ao Shopping Popular, e na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), no bairro Dom Aquino.

Ao todo, a ação integrada aplicou 151 testes de alcoolemia e fiscalizou 192 veículos. Destes, 54 foram autuados e 49 removidos, sendo 38 carros e 11 motocicletas.

Os agentes das forças de segurança confeccionaram ainda 76 Autos de Infração de Trânsito (AITs), sendo 20 condutores autuados por direção sob influência de álcool; 30 por dirigir veículo sem registro ou não licenciado, nove por conduzir veículo sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), entre outros motivos diversos.

A 29ª Operação Lei Seca contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Departamento de Trânsito (Detran-MT), da Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran), da Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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