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Duas operações Lei Seca terminam com 15 presos em avenidas de Cuiabá

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Em duas operações Lei Seca realizadas na madrugada deste domingo (29.09), em Cuiabá, 15 condutores foram autuados criminalmente e presos. As ações ocorreram nas avenidas Tenente Coronel Duarte (Prainha), área central, e na Carmindo de Campos, no bairro Grande Terceiro.

Desse total, 13 conduziam seus veículos em visível estado de embriaguez, e três deles combinando consumo de álcool com a falta de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), delitos previstos nos artigos 306 e 309 do Código de Trânsito. Os outros dois motoristas foram autuados por dirigir sem CNH.

As operações ocorreram simultaneamente entre as 3h e 5h da manhã. De acordo com o relatório final, 70 veículos, entre carros e motocicletas, foram vistoriados, e 75 testes de alcoolemia aplicados. As ações também levaram à remoção de 40 veículos, sendo 32 carros e 8 motos.

O relatório das duas ações aponta ainda a emissão de 62 autos de infrações por diversos delitos e irregularidades. Além do consumo de bebida alcóolica, que gera prisão e multa de R$ 2,9 mil, condutores de motos e carros foram multados por não ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), licenciamento, falta de condições de segurança veicular e entre outras.

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nas ações deste sábado foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Politec, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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