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Duas pessoas são presas por embriaguez e 32 veículos removidos em operação

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Duas pessoas foram presas por embriaguez ao volante e 36 autos de infração de trânsito (AITs) emitidos durante a 38ª edição da Operação Lei Seca 2023, realizada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), na noite de quinta-feira (13.04), na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, no bairro Araés, em Cuiabá.

Nesta edição, os agentes das forças de segurança aplicaram 106 testes de alcoolemia e fiscalizaram 106 veículos. Destes, 32 foram autuados e 32 removidos, sendo 27 carros e cinco motocicletas.

Do total de autos de infração confeccionados, dois foram por condução de veículo sob efeito de álcool; quatro por direção sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH); 23 por condução de carro ou moto sem registro ou não licenciado e sete por outras irregularidades.

Esta edição contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Departamento de Trânsito (Detran-MT), da Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran), da Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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