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Dupla é presa em flagrante pela Polícia Civil com quatro quilos de pasta base de cocaína

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Policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda apreenderam quatro quilos de pasta base de cocaína e prenderam uma dupla em flagrante, na noite de segunda-feira (19.08).

A equipe policial recebeu informações sobre uma casa, no bairro Morada da Serra, usada como ponto de tráfico. Durante as diligências, os policiais verificaram a presença no local de um suspeito que já é investigado por tráfico de drogas.

Dentro da casa estava um suspeito, de 26 anos, monitorado por tornozeleira. Já o segundo, de 20 anos, foi avistado entrando e saindo da casa, diversas vezes, sugerindo que esperava alguém.

Os policiais abordaram os dois e foram informados que havia drogas dentro casa. A dupla indicou uma mala dentro de um dos quartos, onde os entorpecentes estavam escondidos.

Na mala havia três tabletes grandes de pasta base de cocaína, com mais de um quilo cada um, 41 trouxinhas da mesma droga, e petrechos para embalar e pesar os entorpecentes. Dentro de uma mochila no mesmo quarto foram encontrados 25 metros de cordel detonante.

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Um dos suspeitos informou que a droga pertenceria a outro investigado. Contudo, o local onde as substâncias estavam era, na verdade, o quarto de um dos presos, onde ele ficava com os filhos.

Ambos foram encaminhados à delegacia e autuados em flagrante por tráfico de drogas.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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