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Duplicação da Rua Boa Vista vai integrar Estrada do Moinho à Miguel Sutil

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Parte das obras de implantação do Complexo Viário do Jardim Leblon, a duplicação da Rua Boa Vista vai criar uma ligação direta entre a Avenida archimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho) e a Avenida Miguel Sutil, melhorando a fluidez do trânsito na região.

A Rua Boa Vista é uma das ruas de entrada do Jardim Leblon a partir da Miguel Sutil, localizada na rotatória em frente ao Posto Petrobrás. Por essa rua só era possível entrar no bairro e acessar a Estrada do Moinho, mas não era possível fazer o caminho inverso.

Com isso, a Estrada do Moinho é uma via que termina dentro do Jardim Leblon, com o seu trânsito sendo dispersado nas ruas do bairro. O que provoca engarrafamentos com os motoristas tentando chegar até a Miguel Sutil, principalmente na Avenida dos Trabalhadores e na rua 8 de janeiro.

Com a duplicação, os motoristas poderão seguir pela Rua Boa Vista, a partir da rotatória no fim da Estrada do Moinho, e chegar até a Miguel Sutil com mais facilidade. Isso vai permitir uma integração maior entre as duas avenidas e facilitar o deslocamento de quem vem da região do Coxipó em direção a Rodoviária e o Centro de Cuiabá.

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Para executar a obra, o governo já realizou a desapropriação e a demolição dos imóveis ao longo da rua. Serão executados os serviços de drenagem e construção da base da nova via, para que depois ela seja pavimentada.

O Complexo Viário do Leblon compreende uma série de intervenções no entorno da Trincheira Jurumirim, na Avenida Miguel Sutil. Além da duplicação da Rua Boa Vista, entre as obras executadas estão uma nova trincheira na rotatória da Rua Boa Vista, o alargamento do viaduto da Miguel Sutil, um novo elevado e a construção de um um túnel na Rua Desembargador Trigo de Loureiro.

No total, o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística, está investindo R$ 105 milhões na obra.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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