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“Educação financeira é necessária desde a juventude”, avalia professor em podcast

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Visando um consumo consciente e um futuro próspero, a educação financeira é necessária desde a juventude. A avaliação é do professor Osmar Vieira, servidor da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Segundo ele, a  maioria dos jovens não tem consciência financeira.

“No contexto atual, quanto mais cedo se trabalhar o tema, menos adultos endividados teremos. O jovem tem que entender que se não consegue cumprir objetivos prévios é um sinal de alerta e este controle financeiro é o que as escolas estão tentando resgatar”, afirmou o professor, durante o Podcast “Conecta Jovem” que foi ao ar nesta quinta-feira (26.01).

Vieira contou que o Governo do Estado de Mato Grosso tem desempenhado papel fundamental no incentivo do jovem a ter uma vida financeiramente segura. “Recebemos uma formação patrocinada pelo Governo de Mato Grosso que nos ensinou a orientar jovens e crianças em sala de aula a fazer escolhas conscientes em relação ao dinheiro. É legal, pois a gente trabalha de forma simples uma vivência cotidiana do aluno, interligada com as práticas financeiras”, explicou.

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Para saber mais do assunto, confira o episódio na íntegra nos canais do Youtube e Spotify.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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