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Einstein tem mais de 70 vagas abertas para o Hospital Central

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O Einstein Hospital Israelita oferece 72 oportunidades para compor a equipe do novo Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, em Cuiabá. A unidade do Governo do Estado será referenciada para casos de alta complexidade e ofertará 100% dos serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de forma gratuita para a população.

Podem se inscrever no processo seletivo médicos de diversas especialidades: broncoscopista; cardiologista e cardiologista infantil; médico de cirurgia do aparelho digestivo; médico de cirurgia cardíaca; cirurgião geral; cirurgião plástico; cirurgião vascular; médico de clínica médica para ambulatório e internação; dermatologista; e médico de emergências clínico, ortopédica e pediátrica.

Também há oportunidades para dermatologista interconsulta; médico de emergências clínico, ortopédica e pediátrica; endocrinologista; endocrinopediatra interconsulta; endoscopista; gastro-hepatopediatria; ginecologista; hematologista; intensivista adulto e pediátrico; mastologista; nefrologista; neurocirurgião; neurologista pediátrico; nutrólogo; onco/hemato pediatra; ortopedista oncológico e pediátrico; pediatra internação; pneumologista e pneumopediatra interconsulta; psiquiatra interconsulta; radiologista e radiologista intervencionista; reumatologista interconsulta; médico do trabalho e urologista.

“O Hospital Central será uma unidade de ponta, com estrutura moderna, e administrada por uma organização reconhecida internacionalmente. O cidadão será atendido em condição igual aos melhores hospitais privados do mundo e, para isso, queremos os melhores profissionais”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

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Ainda há vagas para o cargo de analista compliance, analista de informações gerenciais, analista de negócios, analista de planejamento e logística, analista de sistemas, analista de suporte, auxiliar de almoxarifado, comprador, coordenador assistencial equipe multi, coordenador de enfermagem, enfermeiro, técnico de enfermagem e técnico administrativo.

Segundo Miriam Branco, diretora executiva de Recursos Humanos do Einstein, “essa é uma excelente oportunidade para aqueles que desejam fazer parte de um projeto transformador, com foco na excelência clínica, inovação e impacto social”.

Os interessados devem acessar as vagas disponíveis clicando aqui. Ao entrar na página de oportunidades, é necessário digitar a palavra-chave “Cuiabá” para visualizar todas as posições abertas para atuação no Hospital Central.

O processo seletivo é composto por avaliação curricular dos candidatos; prova teórica online, que avaliará conhecimentos técnicos; e entrevista com comitê formado especificamente para a seleção. Os interessados devem observar os requisitos obrigatórios e prazos para participação.

Saiba mais sobre o Hospital Central

Com uma infraestrutura de ponta, o Hospital Central conta com 287 leitos e está sendo estruturado para realizar uma média de 32 mil consultas médicas, 80 mil exames e 6.500 cirurgias por ano.

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Para isso, a seleção dos profissionais que atuarão na unidade está voltada à formação de uma equipe multiprofissional comprometida com a excelência assistencial, a segurança do paciente e a disseminação do conhecimento técnico-científico.

Mato Grosso será o quarto estado do Brasil a ter um hospital público gerido pelo Einstein. O Hospital Central será o sexto hospital público a ser administrado pela organização. A unidade representa uma importante expansão no acesso à saúde de qualidade para a população mato-grossense.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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