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Em Mato Grosso, mais de 170 mil eleitores estão com o título cancelado e impedidos de exercerem diversos direitos civis

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Estar em dia com a Justiça Eleitoral é essencial para exercer uma série de direitos civis fundamentais, como o direito ao voto nas eleições, tomar posse em cargos públicos, inscrever-se em instituições de ensino superior e obter o passaporte. No entanto, em Mato Grosso, até esta quinta-feira, dia 25 de maio, 170.598 eleitores estão com seus títulos cancelados.

Diante dessa situação, a Justiça Eleitoral orienta enfaticamente a todos que se encontram nessa condição a buscar a regularização o mais breve possível. Essa regularização pode ser feita de forma presencial, no cartório eleitoral de sua cidade, ou de maneira virtual, através do TítuloNet.

É importante ressaltar que o prazo para resolver pendências com a Justiça Eleitoral encerra-se no dia 08 de maio de 2024, quando o cadastro será fechado para as Eleições Municipais. Além disso, essa data representa também o último dia para a emissão da primeira via do título eleitoral. Para evitar transtornos e longas filas, é altamente recomendado que os cidadãos busquem a regularização com antecedência.

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Nos anos eleitorais, o fechamento do cadastro eleitoral é uma medida adotada pela Justiça Eleitoral para imprimir os cadernos de votação e organizar o processo eleitoral com base no número fixo de eleitores. Por isso, é fundamental que cada eleitor assuma a responsabilidade de quitar suas pendências eleitorais e participar ativamente do processo democrático, exercendo seu direito de escolher seus representantes.

A presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, ressalta a importância do papel desempenhado pela Justiça Eleitoral na convocação da população para a regularização eleitoral. “Por meio de mutirões, o Justiça Eleitoral Móvel, Campanhas e parcerias com instituições públicas em eventos, a Justiça Eleitoral busca promover a inclusão e conscientização democrática. No entanto, é necessário que cada eleitor também faça sua parte, buscando a quitação eleitoral e participando de forma efetiva do processo de escolha de seus representantes”.

No Brasil, o voto é obrigatório para maiores de 18 anos e facultativo para analfabetos, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. É possível se alistar com 15 anos, desde que complete 16 anos até o dia da eleição. Em 2024, as eleições municipais ocorrerão no dia 06 de outubro.

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Em Mato Grosso, um total de 2.487.778 eleitores está em situação regular com a Justiça Eleitoral, aptos a participar das Eleições Municipais de 2024. Dos 170.598 eleitores com o título cancelado, 55.484 são de Cuiabá e 28.588 de Várzea Grande. Os motivos do cancelamento desses quase 171 mil títulos se devem à ausência às urnas por três eleições consecutivas e/ou pelo não atendimento a Revisão do Eleitorado com cadastramento biométrico.

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Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PraTodosVerem: imagem de fundo de um senhor com a mão na testa e de forma visível a palavra TÍTULO ELEITORAL CANCELADO. Do lado esquerdo em cima escrito direito ao voto e do lado direito embaixo a logo do TRE-MT

Fonte: TRE – MT

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Polícia Civil mira grupo criminoso que aplicou golpe e subtraiu R$ 1 milhão de vítima em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (23.4), a Operação Alquimia, para cumprir 18 mandados judiciais contra integrantes de um grupo criminoso que aplicou um golpe de R$ 1 milhão em uma vítima moradora de Primavera do Leste.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste apura os crimes de furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro, organização criminosa e outros crimes patrimoniais correlatos.


Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, sequestro de valores, imóveis e veículos, e indisponibilidade de valores, contra os alvos nas cidades de Brasília (DF), Goiânia (GO) e Rio Verde (GO). As ordens judiciais foram decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo de Rondonópolis.

Investigação

As investigações da Delegacia de Primavera do Leste apontaram que os suspeitos planejavam as ações criminosas escolhendo uma vítima com alto poder aquisitivo. Em seguida, um dos membros se aproximava da vítima para ganhar a sua confiança, aplicava o golpe e subtraía quantias em dinheiro.

Um dos golpes foi cometido contra uma vítima de Primavera do Leste. Foi subtraído o valor de R$ 1 milhão em espécie da vítima, mediante fraude planejada e executada de forma coordenada pelos integrantes do grupo, com divisão de tarefas.

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Conforme o delegado Honório Gonçalves dos Anjos Neto, após subtrair a quantia, o grupo agia de forma articulada e empregava mecanismos de dissimulação, com estratégias para dificultar tanto a identificação dos envolvidos quanto o rastreamento de provas e de patrimônio supostamente vinculado às práticas criminosas.

“Os elementos reunidos no inquérito apontam que a ação foi desenvolvida em etapas, com criação de vínculo de confiança, encenação destinada a conferir credibilidade ao golpe e posterior subtração. Os criminosos cometeram o mesmo golpe em, pelo menos, quatro vítimas de outros estados da Federação”, destacou o delegado.

Após o cumprimento dos mandados, as investigações prosseguem para o completo esclarecimento do golpe e eventual identificação de outros envolvidos.

Integração

As ordens judiciais são cumpridas pelos policiais civis das delegacias da Regional de Primavera do Leste, com apoio das Polícias Civis de Goiás e do Distrito Federal.

No Estado de Goiás, a operação contou com o apoio do Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI) de Rio Verde e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Goiânia.

Em Brasília, a ação contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) do Distrito Federal.

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Nome da operação

“Alquimia” faz referência ao núcleo da fraude investigada, marcado pela falsa promessa de transformação e multiplicação de valores, em alusão à ideia de transmutação historicamente associada à alquimia.

Operação Pharus

A Operação Alquimia integra a Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Renorcrim

A ação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência para o combate duradouro à criminalidade.

Fonte: Governo MT – MT

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