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Em operações Lei Seca, 17 motoristas são flagrados dirigindo embriagados

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Dezessete motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante duas operações Lei Seca realizadas, simultaneamente, em duas avenidas de Cuiabá. As ações  aconteceram na madrugada deste domingo de Páscoa (30.03), nas avenidas Tenente-coronel Duarte(Prainha), próximo ao Colégio São Gonçalo, e na Avenida Carmindo de Campos, no bairro Grande Terceiro.

De acordo com o relatório das operações, 120 motoristas fizeram o teste de alcoolemia nos dois pontos de abordagem dos condutores, sendo 62 no primeiro e 58 no segundo, e 42 veículos, entre carros e motocicletas, acabaram sendo removidos.

As duas operações chegaram ao final com 73 autos de infração de trânsito confeccionados. Os principais motivos das infrações são: dirigir sob influência de álcool, sem possuir CNH(Carteira de Habilitação) , sem registro e com o licenciamento atrasado.

A multa para que dirigir embriagada é R$ 2,9 mil e chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência, além da autuação criminal com exigência do pagamento de fiança para responder pelo crime em liberdade. O motorista também tem a CNH suspensa e perde o direito de dirigir por um período de até 12 meses. Essas penalidades estão previstas no Código Brasileiro de Trânsito (CBT)  e em resoluções aprovadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).  

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A fiscalização do trânsito com operações Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT). Nessas duas ações trabalharam equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
 

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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