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Em reunião com partidos políticos, TRE-MT reforça orientações para Eleições 2024

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Prazos, orientações e passo a passo de procedimentos relacionados a convenções partidárias e registros de candidaturas para as Eleições Municipais de 2024 foram abordados durante a 2ª Reunião com Representantes Partidários da gestão 2023-2025, realizada nesta terça-feira (23.07), pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). O encontro ocorreu em formato virtual e contou com a participação de cerca de 400 pessoas de todo o estado de Mato Grosso.

Durante a abertura, a presidente do Tribunal, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, ressaltou a importância da ocasião da reunião, realizada no início do prazo das convenções partidárias e na véspera do registro de candidatura. “Temos Cartórios Eleitorais realizando essas reuniões com partidos políticos também, a exemplo da 36ª Zona Eleitoral, do município de Vera, que fez uma recente esclarecendo diversos assuntos importantes. Sugiro que os demais Cartórios façam o mesmo, pois é uma forma de frisar a responsabilidade de candidatas, candidatos e dos partidos políticos na participação em todo o processo, garantindo a transparência, com respeito às decisões da Justiça Eleitoral. Advogados e advogadas, que também participam conosco, são peças fundamentais, pois lhes cabe o papel de orientar e o correto assessoramento para que a eleição possa ocorrer de forma limpa e democrática”.

O juiz auxiliar da Presidência do TRE-MT, Aristeu Dias Batista Vilella, que atuou como mediador da reunião, destacou que a atenção ao sistema de registro de candidatura é muito importante. “É a partir do registro no CANDex (sistema de registro) que a Justiça Eleitoral pode fazer a análise célere de todos os pedidos de registro de candidatura, além do rápido atendimento de pedidos de diligência, caso sejam necessários e ordenados pelos juízes e juízas eleitorais. Portanto, pedimos especial atenção de todos e todas”.

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Foram repassadas diversas orientações e informações, como o programa Regulariza JE, voltado à regularização da situação de inadimplência e suspensão das agremiações partidárias. Em Mato Grosso, há 434 processos em trâmite pelo programa nos Cartórios Eleitorais. A recomendação da Justiça Eleitoral é que os representantes verifiquem a situação e, caso seja necessário, regularizem as contas, pois esta é uma das condições para participação nas eleições.

Também na reunião, foi demonstrado um passo a passo da instalação do sistema CANDex, com a ressalva de que ele só funciona se estiver conectado o tempo todo à internet. Foram repassadas informações sobre o sistema operacional necessário, a solicitação de chave de acesso, instrução para preenchimento e envio do formulário e outros detalhes sobre o Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP). Os requisitos para participar das eleições também foram abordados na reunião. Um deles é que o órgão partidário deve estar vigente e anotado no sistema da Justiça Eleitoral na data da realização da convenção partidária. Já a federação deve ter ao menos um dos partidos integrantes com anotação no sistema na data da convenção e nenhum deles pode estar suspenso por contas anuais não prestadas.

As convenções começaram no dia 20 de julho e serão realizadas até 05 de agosto, e podem ser realizadas de forma presencial, virtual ou híbrida. A federação deve fazer convenção unificada com a participação de todos os partidos integrantes. Outro ponto esclarecido no evento é que no pleito deste ano, as coligações são permitidas apenas para o cargo de prefeito.

No ato de preparação dos requerimentos de registros, os partidos e federações devem reunir todos os documentos previstos na Lei 9.504/1997 e no Art. 27 da Resolução 23.609/2019. Conforme destacado na reunião, caso algum documento não seja apresentado, o pedido de registro pode ser indeferido, já que a Justiça Eleitoral não consegue aferir a documentação.

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Os conteúdos foram abordados pelos seguintes servidores e servidoras: “Convenções Partidárias e as novidades no Registro de Candidatura”, ministrado pela coordenadora de Registros e Informações Processuais (CRIP), Ângela Aparecida Queiroz; “Mudanças na sistemática de validação de fotografias de candidatos (as)”, abordado pelo chefe de Cartório da 2ª Zona Eleitoral (ZE), Paulo Henrique Xavier; “Atos preparatórios ao registro de candidatura”, pela chefe de Cartório da 20ª ZE, Simeres Albuquerque Godoy; “Utilização do peticionamento avulso”, abordado pelo assessor técnico-judiciário do Gabinete da Secretária Judiciária (SJ), Weber Quirino de Andrade; “Programa Regulariza JE contas e os impactos no Registro de Candidaturas”, ministrado pela chefe da Seção de Registros e Controle de Diretórios (SRCD), Jessica Silva Pires dos Santos; “Orientação de instalação do Sistema CANDex”, apresentado pelo chefe da Seção de Voto Informatizado (SVI), Julceir Reginaldo Ramos; “Divulgação de dados de candidatura e a Lei 13.709/2018 (LGPD)”, ministrado pelo chefe de Análise Técnico-Processual (SATP), Marcos Vinícius Campos Rodrigues; e “Informações sobre o fornecimento de certidões criminais para fins eleitorais”, abordado pelo chefe da Seção de Jurisprudência e Documentação (SJD/CGI/SJ), Kelsen de França Magalhães.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem de print da tela do computador que mostra imagens pequenas dos painelistas da reunião, a presidente do TRE-MT e o juiz auxiliar da Presidência.

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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