MATO GROSSO

Em três meses, Indea promoveu 5,7 mil fiscalizações na cultura da soja

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A fim de acompanhar o controle fitossanitário contra o fungo causador da ferrugem-asiática de soja em Mato Grosso, o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) promoveu a fiscalização de 5.728 unidades de produção de soja, no período que compreende o vazio sanitário, entre 15 de junho e 15 de setembro. Ao todo foram emitidos 47 autos de infração por descumprimento da determinação, sendo encontradas plantas vivas de soja em cerca de 5 mil hectares.

Nos locais onde foram constatadas as plantas vivas, os agentes e fiscais do Indea realizaram coleta de amostras de folhas para análise laboratorial, sendo detectada a incidência da ferrugem-asiática em 7 amostras.

“O Indea também já está realizando fiscalizações da safra de soja 2022/2023, que iniciou em 16 de setembro, e realizará o monitoramento da ocorrência da doença durante todo o decorrer da safra, realizando as coletas e as análises laboratoriais para detecção do agente causal da ferrugem asiática da soja”, apontou o diretor técnico do Indea, Renan Tomazele.

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O vazio sanitário da soja foi instituído em Mato Grosso em 2006, como medida fitossanitária para prevenção contra o fungo causador da ferrugem-asiática da soja, Phakopsora pachyrhizi, que é biotrófico, ou seja, precisa do hospedeiro vivo para sobreviver e se multiplicar.

Durante o vazio sanitário é proibido o plantio e a presença de plantas vivas de soja, cultivadas ou guaxas (germinação voluntária), visando a redução da sobrevivência do fungo na entressafra, e assim atrasando a ocorrência da doença durante a safra seguinte.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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