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Encontro de Ouvidorias da Justiça Eleitoral promove troca de boas práticas e fortalece atuação do setor; TRE-MT marca presença

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Nos dias 18 e 19 de maio, acontece o Encontro de Ouvidorias da Justiça Eleitoral (EOJE) 2023, em Foz do Iguaçu. O evento tem como objetivo discutir temas relevantes relacionados ao setor e promover a troca de boas práticas entre as ouvidorias eleitorais de todo o país. O ouvidor eleitoral de Mato Grosso e juiz-membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, Jackson Francisco Coleta Coutinho, está participando do encontro juntamente com o ouvidor substituto do TRE-MT e juiz-membro, José Luiz Leite Lindote.

Promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, o encontro conta com uma programação abrangente, que inclui oficinas, palestras e compartilhamento de boas práticas. Algumas das boas práticas que serão apresentadas são a Ouvidoria Itinerante do TRE-AM, a Elaboração de Relatório Estatístico do TRE-MG e a Escuta Ativa em Eleições Suplementares do TRE-SC.

Nas oficinas e palestras, serão abordados temas como o impacto da comunicação no atendimento ao público, o combate à desinformação e o papel das ouvidorias, a violência política de gênero, os desafios enfrentados pelas ouvidorias, o atendimento a pessoas em situações de rua, o Sistema Unificado das Ouvidorias, os aspectos práticos das audiências públicas, a ouvidoria da mulher e os aspectos do atendimento nas ouvidorias da mulher. Além disso, também será discutido o Visual Law – entendido ou quer que eu desenhe?.

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O ouvidor eleitoral de Mato Grosso, Jackson Coleta Coutinho, destacou a importância do encontro como espaço amplo para análise dos trabalhos desenvolvidos pelas ouvidorias, identificando oportunidades de avanço, inovação e necessidades. “É nesse ambiente de troca de experiências e discussões que surgem inovações e soluções”.

José Luiz Leite Lindote, ouvidor substituto de Mato Grosso, ressaltou a importância da ouvidoria e de encontros que visam fortalecer o setor. “A ouvidoria tem o importante papel de intermediar as relações entre os cidadãos e a Instituição. É um canal de comunicação, de escuta, de retorno e de solução de demandas. Ouvimos o cidadão, a cidadã e eles nos ouvem, numa colaboração mútua. Então, encontros como esse são fundamentais para o avanço do setor”.

A realização do Encontro de Ouvidorias da Justiça Eleitoral reforça o compromisso em fortalecer a atuação das ouvidorias, promovendo uma comunicação efetiva e colaborativa.

Ouvidoria MT

Em Mato Grosso, o cidadão, a cidadão podem obter orientações gerais, solicitar acesso às informações, fazer denúncias, elogios e reclamações, bem como acompanhar demandas por meio dos seguintes canais de atendimento: por telefone: 0800647-8191; por e-mail: [email protected]; pelo Ouvizap e pelo serviço de informação ao cidadão – eSIC.

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Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PraTodosVerem: Foto do ouvidor eleitoral de Mato Grosso e do ouvidor substituto em frente de um banner do evento a direita. Ocupando um espaço maior a logo do EOJE em azul com fundo azul claro. 

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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