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Equipe do TRE-MT participa de curso para formação de Brigada de Incêndio

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Cerca de 30 pessoas participam de um curso para formação da Brigada de Incêndio do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Iniciada na manhã desta quarta-feira (21.05), a capacitação une aulas teóricas e práticas, que totalizarão, ao final, 24 horas de aulas. O curso terá continuidade nos dias 22, 23, 26, 27 e 28 de maio, sempre das 8h às 12h, visando evitar sobrecarga dos(as) participantes e permitir a conciliação com as atividades regulares do Tribunal. 

A chefe da Seção de Infraestrutura e Gestão Mobiliária, Gilvana Martins de Souza, Santiago, explica que a formação de brigadistas é uma exigência de segurança para a conquista do alvará concedido pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT). “Mas, além disso, é algo importante para aprendermos e aplicarmos nas nossas vidas, no nosso dia a dia. Então, vamos preparar os brigadistas, compor a Brigada de Incêndio e depois, vai ser feita a atualização, uma vez por ano. A gente procurou pegar três pessoas por andar e explicamos a cada setor a importância do curso, e hoje contamos com essas 30 pessoas voluntárias”.

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A Brigada de Incêndio será formada por servidores(as), terceirizados(as) e estagiários(as) do TRE-MT. O coordenador de Educação e Desenvolvimento da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), Sandro Gonçalves Delgado, agradeceu aos participantes por terem se voluntariado. “Agradecemos pelo espírito de cidadania e colaboração de todos, pois a partir de agora, graças a vocês teremos um ambiente mais seguro para servidores, magistrados, terceirizados e sociedade de um modo geral, pelos conhecimentos que serão adquiridos. E também agradecemos à equipe do CBM-MT, pela disponibilidade”.

A primeira aula foi ministrada pelo Sargento BM J. Gonçalves, com apoio do soldado BM Lauro Victor, ambos do 1° Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. Segundo o sargento, o curso é um ganho para a vida dos participantes, além do Tribunal. “Estou cansado de ver pessoas perdendo a vida por falta de informação, de conhecimento. É importante sabermos atuar em situações como incêndios e ocorrências emergenciais de saúde”, destacou. 

Para Luciano de Amorim Amaral, líder da seção de transporte, a iniciativa do Tribunal demonstra “uma visão antecipada e cuidadosa, pensando no bem-estar de todos, não só dos servidores efetivos, mas também dos contratados, terceirizados, prestadores de serviços e até mesmo dos eleitores que procuram nossa casa em busca de  atendimento”, explicou. Amaral destacou, também, que a capacitação traz mais segurança e “nos dá mais conforto ao saber que estamos em um ambiente que prioriza a segurança física e material de todos”. 

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Conteúdo programático

O conteúdo programático do curso inclui os aspectos legais; teoria do fogo; prevenção contra incêndio e pânico; técnica e tática de combate a incêndio; equipamento de operação manual; equipamentos de sistema fixo e operação automática; procedimentos iniciais de primeiros socorros; vias aéreas; reanimação cardiopulmonar; estado de choque; hemorragias; fraturas; ferimentos; queimaduras; emergências climáticas; movimentação, remoção e transporte de vítimas; e pessoas com mobilidade reduzida.

Jornalista: Nara Assis

#DescriçãodaImagem: A fotografia mostra uma sala com várias pessoas de costas e sentadas, enquanto o bombeiro está de pé falando. 

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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