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Escola de Governo de Mato Grosso abre inscrições para capacitações em gestão de qualidade e gerencial

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, está com inscrições abertas para capacitação no uso do Diagrama de Ishikawa e também em Noções de Gestão Pública Gerencial. Servidores públicos estaduais podem se inscrever a partir desta segunda-feira (15.04).

O curso de Ferramenta da Gestão pela Qualidade Total – Diagrama de Ishikawa vai ocorrer na modalidade presencial. São 40 vagas e está previsto para dia 06 de maio, com carga horária de quatro horas. O prazo final para inscrição é dia 30 deste mês, podendo terminar antes caso as vagas sejam preenchidas. Para se inscrever, clique aqui.

A outra opção de curso é o de Noções de Gestão Pública Gerencial, que será ofertado na modalidade online. São 300 vagas e está previsto iniciar dia 13 de maio, com carga horária de 40 horas. O prazo final para inscrição é dia 05 de maio, podendo ser encerrado antes no caso de preenchimento das vagas. Para se inscrever, clique aqui.

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O coordenador de Gestão Educacional, Adriano Gomes, enfatiza a oportunidade para os servidores que atuam nas áreas de gestão estratégica e orçamentária, contabilidade, finanças e controle interno. São cursos complementares, principalmente por estarem focados no processo de gestão e, respectivamente, abordarem os processos de qualidade e gerenciamento.

“Propomos capacitações considerando as temáticas manifestadas pelos servidores e esse é um dos papeis mais importantes da Escola de Governo na administração pública”, finaliza o coordenador, enfatizando o diálogo com os setores públicos estaduais.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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