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Escola de Governo oferece curso de Fundamentos de Política Social

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, oferece 80 vagas para o curso de Fundamentos de Política Social. A capacitação que é destinada aos servidores públicos do Poder Executivo Estadual, será dividida em duas turmas.

As inscrições são feitas exclusivamente pela internet e ficam abertas até 15 de outubro para a primeira turma e até 22 de outubro para a segunda, ou enquanto houver vagas disponíveis, aqui.

O curso tem como objetivo discutir e compreender a política social, abordando as relações entre Estado e sociedade na luta por direitos, cidadania e emancipação, considerando as determinações econômicas, sociais, históricas e políticas.

A doutora Rozimeire Shimizu, instrutora da capacitação, destaca que o curso “contribui para uma atuação mais consciente e crítica dos servidores na execução e formulação das políticas públicas, no financiamento das políticas sociais e na garantia de direitos, no âmbito do Poder Executivo Estadual”.

O conhecimento adquirido auxiliará na análise das reivindicações trabalhistas, na organização dos trabalhadores e nas regulações do capital e do trabalho, além de abordar temas como a generalização das políticas sociais, a crise do capital e a financeirização das políticas públicas.

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O curso é composto por um módulo, com carga horária total de 4 horas-aula. Os encontros ocorrerão presencialmente na Escola de Governo, localizada no Complexo Seplag, no Centro Político Administrativo, nos dias 20 e 27 de outubro, das 8h às 12h.

O link para acesso será enviado no dia 19 de outubro para o e-mail ou telefone cadastrados no momento da matrícula. Os participantes que cumprirem, no mínimo, 75% da carga horária e realizarem as atividades previstas receberão certificado de conclusão.

A confirmação das inscrições será enviada por e-mail e/ou WhatsApp próximo à data de início das aulas. Por isso, é fundamental que os interessados mantenham seus dados de contato atualizados no sistema.

*Com supervisão de Vithória Sampaio

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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