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Escola de Governo oferece curso de licitação, contrato e risco

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), por meio da Escola de Governo, está com inscrições abertas para o curso EAD “Noções de licitação, contrato e risco”. Ao todo, serão ofertadas 300 vagas exclusivas para servidores públicos do Poder Executivo Estadual. As inscrições podem ser realizadas até o dia 12 de outubro, clicando aqui.

O curso tem como objetivo capacitar os servidores públicos quanto aos procedimentos e contratos licitatórios previstos na Lei nº 14.133/21 e na Lei nº 13.303/2016, que trata das estatais. Elaborado pela equipe da Escola de Governo, a formação é auto instrucional e abrange o estudo de técnicas de identificação, avaliação, gestão, controle de riscos, classificação e resolução de problemas relacionados à legislação de licitações e contratos.

Com carga horária de 85 horas, a formação será realizada de 20 de outubro a 23 de novembro. A capacitação está dividida em cinco módulos que contemplam temas como normas gerais de licitações, objetivos, estrutura, etapas de preparação, análise de propostas e lances, critérios de julgamento, habilitação técnica e jurídica, modalidades, tipos, recursos, encerramento, procedimentos auxiliares de licitação e contratação direta.

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Também serão abordados o âmbito de aplicação da lei de licitações e seus princípios, instrumento convocatório, indicação de marcas e artigos de luxo, modalidades e modos de disputa, critérios de julgamento, agentes públicos envolvidos, matriz de risco, fases da licitação, alienação, credenciamento, dispensa e inexigibilidade.

Além disso, o conteúdo inclui a classificação, características, garantias e poderes da Administração, bem como aspectos relativos à duração, execução, responsabilidade, fiscalização, modificação e extinção dos contratos administrativos, incluindo os firmados por estatais, bem como assuntos relacionados à temática.

Para a servidora pública Letícia Bezerra Varanda, o conteúdo foi extremamente relevante para sua atuação, especialmente por estar auxiliando os setores de Compras, Licitações e com o Núcleo de Contratos, Convênios e Parcerias.

“Contribuiu significativamente para o aprimoramento dos meus conhecimentos sobre os processos licitatórios, os diversos tipos de contratos administrativos e os riscos que envolvem cada etapa. A abordagem prática e os exemplos apresentados facilitaram a compreensão dos temas e reforçaram a importância da conformidade legal e da gestão eficiente dos recursos públicos. Sem dúvida, essa capacitação agregou muito valor à minha rotina profissional e à qualidade do trabalho que desenvolvemos. Parabenizo toda a equipe envolvida pela organização e pela qualidade do conteúdo oferecido”, opinou Letícia.

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Os participantes que cumprirem, no mínimo, 75% da carga horária total receberão certificado de conclusão. A confirmação das inscrições será enviada por e-mail e/ou WhatsApp próximo à data de início das aulas, sendo essencial que os interessados mantenham seus dados de contato atualizados no sistema.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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