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Escola de Governo oferta cursos sobre autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e noções de administração do trabalho

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A Escola de Governo do Estado de Mato Grosso está com inscrições abertas para os cursos de Autoconhecimento e Desenvolvimento Pessoal e Noções de Administração do Trabalho. Servidores públicos do Executivo Estadual podem se inscrever a partir desta segunda-feira (20.05). Serão certificados os participantes que atingirem os critérios de presença e realizarem as atividades.

O curso de Autoconhecimento e Desenvolvimento Pessoal será realizado na modalidade presencial, em tempo integral, na Sala de Treinamento 2 da Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT), no dia 12 de junho. Essa capacitação dispõe de 40 vagas e possui carga horária de 8 horas/aula. Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário.

O objetivo é que os servidores ampliem suas competências, adquirindo novas habilidades que agreguem na qualidade dos serviços prestados à população. Além da estratégia de autoconhecimento, esse curso aborda o desenvolvimento pessoal a partir de quatro pilares e também discute questões em torno da inteligência emocional.

Já o curso de Noções de Administração do Trabalho ocorrerá entre os dias 17 de junho a 14 de julho, pelo ambiente virtual de aprendizagem (AVA) de ensino à distância da Escola de Governo. Essa capacitação disponibiliza 300 vagas e tem carga horária de 45 horas/aula. Para se inscrever, clique aqui e preencha o formulário.

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A sua abordagem discorre sobre o conhecimento técnico acerca da administração científica do trabalho, enfatizando a administração gerencial e a teoria clássica de organização. O objetivo é promover a compreensão dos fundamentos e das características para avaliação de problemas e tomada de decisões na esfera pública estadual.

Outras opções com inscrições em andamento

A Escola de Governo está com inscrições em andamento também para outras 10 capacitações em modalidades presencial e online. Alguns dos prazos finalizam nesta segunda-feira (20.05). As opções que podem ser acessadas por este link, clicando nos provedores da CGE-MT e da EG-MT.

Nas opções online estão os cursos de Direitos Fundamentais Constitucionais; Formação e Reforma do Estado Brasileiro; Noções de Direito Administrativo; e Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos da Lei 14.133/2021 e Decreto 1.525/2022.

Entre as ofertas presenciais figuram os cursos de Ética em Ação: servidores na trilha da integridade; Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos da Lei 14.133/2021 e Decreto 1.525/2022; Gestores da Inovação; Comunicação Eficaz; Administração do Tempo; e Atendimento ao Público.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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