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Escola de Governo realiza curso de dispensa e inexigibilidade de licitação

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A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, abriu nesta sexta-feira (27) inscrições para o curso na modalidade presencial Dispensa e Inexigibilidade na Lei 14.133/2021 e no Decreto 1.525/2022. As inscrições vão até o próximo dia 29.

As aulas acontecerão entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro das 8h às 12h no auditório da Casa da Democracia. Serão ofertadas 150 vagas.

O curso é voltado aos servidores que atuam nos setores de compras e licitações, fiscais e gestores de contratos, ordenadores de despesas e administradores e visa capacitar os participantes no planejamento, coordenação e execução dos processos licitatórios nesta modalidade de contratação conforme a nova legislação vigente.

Ao final do curso, o servidor deverá ser capaz de orientar-se sobre a correta formalização dos processos de contratação direta, informando-se sobre as mais recentes atualizações ocorridas na legislação e atuar em processos que envolvam licitações e contratos, com conhecimento de toda matéria que envolva a formalização dos processos de contratação direta.

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Entre o conteúdo abordado estão processo e planejamento da contratação pública, contratação pública x contratação direta, Decreto Estadual 1.525/2022, conceito de dispensa e inexigibilidade na nova lei de licitações, hipóteses de inexigibilidade na nova lei, governança e a fase preparatória da contratação, entre outros.

Para se inscrever clique AQUI

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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