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Escola Estadual em Campo Verde atende 2.693 alunos em 41 turmas da rede estadual e instituições parceiras

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O Governo de Mato Grosso entregou, nesta segunda-feira (2.3), em Campo Verde, a Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho com estrutura totalmente reconstruída. A inauguração contou com a presença do vice-governador Otaviano Pivetta, que representou o governador Mauro Mendes; além do secretário de Estado de Educação, Alan Porto, e do prefeito Alexandre Lopes.

Com a obra concluída, a unidade passa a oferecer 15 salas de aula, refeitório e quadra poliesportiva. Para a Seduc, as melhorias refletem diretamente na rotina escolar, pois, aumentam a motivação, fortalecem a sensação de pertencimento e contribuem para manter o foco nos estudos, em um ambiente mais organizado e acolhedor.

A Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho funciona em três turnos e atende 1.240 estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e turmas do 3º ano do Ensino Médio da rede estadual. Além disso, o prédio também abriga 14 turmas da Seciteci, uma do Senai e uma do IFMT, totalizando 2.693 alunos distribuídos em 41 turmas.

Na solenidade, Otaviano Pivetta deixou claro que o Estado não divide a responsabilidade da educação porque trabalha para que a rede pública seja uma só. “Atuamos para que possamos, cada vez mais, cuidar das nossas crianças desde o início da iniciação escolar até o ensino médio profissionalizante. Com todos qualificados, conscientes, formados, decididos e livres para serem o que quiserem”.

“Quando a gente entrega uma escola como a Waldemon Moraes Coelho, não estamos entregando só parede nova, piso e pintura. Estamos entregando oportunidade. É aqui dentro que a criança descobre que pode ir além do que o bairro, a renda ou as dificuldades do dia a dia parecem permitir. E é por isso que eu digo, com convicção: a educação pública de Mato Grosso é o grande agente de transformação desta gestão”, resumiu o secretário Alan Porto.

O investimento na reconstrução somou R$ 9.312.055,84, sendo R$ 9.305.029,94 em recurso estadual e R$ 7.025,90 em recurso municipal.

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Para o prefeito Alexandre Lopes, foi um momento de alegria e de agradecimento. “Não só exatamente por essa obra aqui da Waldemon, mas pelo fato do Governo de Mato Grosso e a Seduc tem feito por nossa educação, o grande instrumento de transformação de vida de milhares de crianças e jovens”, disse.

Diretora da escola há três anos, a professora Gleizi Vilarim, demonstrou satisfação ao falar sobre a nova estrutura. “ É muita emoção. Era um desejo da comunidade, de muitos anos, ver essa escola transformada. E hoje estamos aqui, colhendo esse sonho junto com os demais, onde muitos passaram, puderam começar a plantar, e hoje estamos colhendo esse fruto maravilhoso”.

Ela reforça que era um sonho também dos professores ter um laboratório de Química e Física, além de ser espaço para aulas de onde funcionam as aulas de biologia e ciências.

“O novo ambiente é um fator que vai influenciar muito na qualidade do trabalho de toda a equipe e na qualidade do aprendizado do aluno” concluiu Gleizi.

Pacote de obras em Campo Verde soma R$ 57,8 milhões

A entrega da Waldemon Moraes Coelho se soma a um conjunto de ações de infraestrutura educacional no município, que totaliza R$ 57,8 milhões em investimentos. Entre as intervenções listadas estão: reforma e salas anexas na EE Alice Barbosa Pacheco; nova unidade da EE Jupiara; reforma na EE Ledy Bescancin; salas anexas na EE Edib Abdel; construção da EE Ulisses Guimarães; além de obras na rede municipal, como a EM Santo Antonio e a previsão de quadra na EM Áurea Marqueti (com licitação ainda não iniciada).

Com população estimada em 49.053 habitantes (IBGE 2025), Campo Verde concentra uma clientela escolar superior a 10 mil estudantes, distribuídos entre educação básica, ensino médio e ensino superior. A rede municipal conta com 16 escolas, entre unidades urbanas, centros educacionais e creches. Já a rede estadual possui 7 estabelecimentos, com quatro na área urbana e três na zona rural.

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Investimento em massa e infraestrutura em 2026

A entrega da escola ocorre em um contexto mais amplo de investimentos da Seduc voltados à permanência, ao bem-estar e às condições de aprendizagem. Para o ano letivo de 2026, a secretaria prevê aplicar mais de R$ 478 milhões em ações como uniformes, kits de materiais escolares, alimentação e o recurso único para as escolas.

A alimentação escolar, por exemplo, tem previsão de R$ 160 milhões ao longo do ano, com refeições conforme a modalidade de ensino e priorização da compra de alimentos in natura da agricultura familiar. Já o investimento em uniformes soma R$ 97,3 milhões para estudantes de unidades regulares, além de aportes específicos para escolas militares.

O maior volume orçamentário está no recurso único, com R$ 203 milhões reservados para repasses descentralizados que podem chegar a R$ 100 mil por escola, destinados a manutenção, pequenas reformas e compra de equipamentos.

Ainda sobre infraestrutura, a Seduc informa que mantém 65 obras em andamento e que, até 2025, o Estado já entregou 46 escolas novas. Entre 2019 e 2025, os investimentos em obras educacionais somam R$ 1,65 bilhão, incluindo reformas, ampliações e construções, além de ações na área esportiva com entrega e construção de quadras poliesportivas.

Com a inauguração da Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho, Campo Verde amplia a capacidade de atendimento e passa a contar com uma unidade mais moderna e equipada, um passo que, na prática, muda o cotidiano do estudante e fortalece a rede pública com infraestrutura alinhada às exigências do ensino atual.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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