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Espetáculo que ensina ciência com humor e interatividade reúne 900 estudantes em Pontes e Lacerda

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) promoveu nesta quarta-feira (26.07), no Salão Paroquial da Igreja Matriz Senhor Bom Jesus, em Pontes e Lacerda (MT), mais uma etapa de apresentações do grupo “Ciência em Show em Mato Grosso”. O evento reuniu cerca de 900 estudantes do 6° ao 9° ano, das escolas da Rede Estadual de Ensino.

O espetáculo apresentou um conjunto de atividades com aspectos curiosos, divertidos, inesperados e surpreendentes, capazes de capturar a atenção dos expectadores, com uma mistura de arte, ciência e cultura que motiva a comunidade estudantil para a prática científica.

“Os estudantes demonstraram grande expectativa com a bexiga elétrica, que mostra como é feita a eletrização por atrito, em que o gerador de Van de Graaff arrepia os cabelos dos participantes”, contou a diretora Regional do Polo Pontes e Lacerda, Andréa de Andrade Bretas Guimarães.

Para a diretora, o Ciência em Show desmistifica a Física e populariza a ciência. “Eventos como este fazem com que os nossos estudantes possam enxergar além do que parece óbvio. Não é mágica, é ciência e veio para ensinar por meio das experiências vividas”, afirmou.

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A líder da Política de Tecnologia no Ambiente Escolar, Silvana Copceski Stoinsk, destacou o comprometimento dos estudantes em adquirir conhecimento através da interação com a equipe e demais participantes.

“Vamos promover esta ação em todas as 14 Diretorias Regionais de Educação. Nosso maior compromisso é fazer com que o estudante aprenda através dessa experiência e possa se tornar um multiplicador do seu aprendizado”, disse.

Segundo ela, o grupo que apresenta o Ciência em Show consegue transmitir conhecimento de uma forma lúdica, usando elementos que fazem parte da rotina de estudos.

“É incrível aprender de uma maneira divertida. É muito estimulante, principalmente para os jovens”, finalizou Silvana.

Além de Pontes e Lacerda, o espetáculo já passou por Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Barra do Garças.

Ciência em Show

O grupo foi fundado há 21 anos, no Instituto de Física da USP, com o propósito de popularizar a ciência através de diversos meios. Ao longo dos anos, o Ciência em Show conquistou o Brasil com experimentos incríveis e se consolidou mostrando de forma descomplicada que a ciência está em tudo.

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Formado por Ana Teresa Ralston, Daniel Angelo e Gerson Julião, o grupo leva ao público estudantil incentivo e conhecimento com técnicas do humor, sem perder o foco pedagógico no estudo das ciências.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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