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Estado firma parceria com fundação do agronegócio para fortalecer agricultura familiar e ampliar mercados

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A Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf/MT), firmou um acordo de cooperação com a Fundação Amaggi para fortalecer cooperativas e associações de pequenos produtores no estado. O Termo de Cooperação foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (17.3). A iniciativa prevê apoio técnico, capacitação e organização da produção, além de facilitar o acesso dos agricultores familiares a mercados institucionais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), além do setor privado.


Segundo a secretária de Agricultura Familiar, Andréia Fujioka, a parceria busca ampliar oportunidades para quem vive da produção no campo. “Essa parceria que estamos firmando com a Fundação Amaggi representa mais do que um acordo no papel. Ela representa oportunidade. Representa cuidado com quem está lá na ponta, produzindo, muitas vezes com dificuldade, mas com muita dedicação. Quando unimos forças, o poder público, a iniciativa privada e as organizações, conseguimos chegar mais longe.”

A Fundação já atua no apoio a organizações, movimentos e coletivos sociais, e destaca que o acordo vai contribuir para melhorar a estrutura e a capacidade de atuação de associações e cooperativas. “A gente acredita que essa parceria com a Seaf vai permitir um compartilhamento mútuo, justamente para aprendermos a olhar para as necessidades do pequeno produtor, acessando novos mercados e políticas públicas, a exemplo do Pnae e do PAA, e, dessa forma, fortalecendo essas organizações para que consigam acessar mercados mais justos e seguros”, destacou a gerente de investimento social da Fundação, Aletéa Rufino.

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A cooperação também deve facilitar a comercialização dos produtos da agricultura familiar, ampliando os canais de venda. “Uma das políticas é o Fundo de Apoio à Agricultura Familiar (Fundaaf). Enquanto prevemos o apoio à produção, a cooperação vai auxiliar na comercialização dos produtores de pequena escala, a exemplo do fornecimento de alimentos para os refeitórios das fazendas”, explicou Jorcelina Escame.

O acordo tem vigência inicial de dois anos e prevê a execução de ações conjuntas nos territórios, com foco no fortalecimento da agricultura familiar e no aumento da renda dos produtores.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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