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Estudantes da Rede Estadual participarão da 33ª Jornada de Foguetes no Rio de Janeiro

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A Escola Estadual Desembargador ‘Milton Armando Pompeu de Barros’, em Colider, irá participar da 33ª Jornada de Foguetes, de 24 a 27 de outubro, na cidade de Barra do Piraí (RJ). Para o evento, a gestão da unidade escolar formou duas equipes compostas por alunas do Ensino Médio. Anelise Carrara (1º A), Brenda Arruda (1ºA), Handrielly Torres (3ºA), Isabella Padilha (3ºA) e Júlia Henchen (3ºA) vão ao Rio de Janeiro acompanhadas pelo professor de Geografia, Rinaldo Marques Padilha.

O evento acontece desde 2009 e os participantes são selecionados dentre aqueles que participaram da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), no corrente ano, em suas escolas. Em 2022, reunirá equipes do Ensino Médio de vários estados e que lançaram o mais distante possível os seus foguetes em atividades escolares.

As duas equipes que representarão Mato Grosso são experientes na construção e lançamentos de foguetes, feitos com materiais recicláveis.  Na Escola Estadual ‘Milton Armando Pompeu de Barros’, por exemplo, já se tornou tradição a realização da Mostra Brasileira de Foguetes. Desde 2011 que acontece, com objetivo de estimular os alunos à pesquisa e inovação.

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“É importante a participação da comunidade estudantil em eventos como esse, afinal, contribui para o ensino de Química e Geografia e leva os docentes a mais experimentos capazes de motivar os alunos. Dessa forma, eles são estimulados à aprendizagem de conceitos científicos”, define a diretora regional de educação do polo Sinop, Cristiane Signor.

Cristiane observa que nesse ano letivo de 2022, a Mostra de Foguetes foi realizada em abril com a participação de professores, estudantes e da comunidade externa. “Essas experiências promovem autonomia e o protagonismo dos estudantes. Além disso, desperta a consciência da preservação, já que usam materiais recicláveis na construção dos foguetes. No que depender da DRE, vamos continuar apoiando essas ações”, completou.

Em setembro deste ano, a escola também participou da 2ª Olimpíada Mato-grossense de Lançamento de Foguetes, em Guarantã do Norte. Na ocasião, conquistaram o 2º lugar, competindo com escolas de Ensino Médio Regular, Ensino Médio do IFMT e Escolas Militares.

As garrafas pet são a matéria-prima principal desta experiência. Para cada foguete, usa-se duas garrafas. Uma para o corpo do foguete e outra para a ponta. Feito isso, são coladas três ou quatro aletas na base e elas adquirem o formato de foguete. Já o combustível para levantar voo, é o resultado da reação química de vinagre e bicarbonato de sódio.

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Para o lançamento dos foguetes, é utilizado uma base construída com tubos de PVC, com algumas conexões e acessórios de baixo custo. Os foguetes construídos e lançados pelos alunos da unidade escolar voam distâncias entre 100 a 210 metros, porém, o objetivo para o evento no Rio de Janeiro é ultrapassar os 300 metros e estar entre as cinco melhores equipes do Brasil.

“Agradecemos à Seduc-MT, que, por meio da DRE polo Sinop, viabilizou R$14 mil em verba complementar para custear as passagens, estadia e inscrição das equipes no evento. Nossas estudantes estão dispostas a competir e, certamente, buscarão o primeiro lugar no pódio. Nosso reconhecimento também ao professor de Geografia, Rinaldo Marques Padilha. Ele é o nosso maior incentivador”, disse o diretor da escola, Fabiano Costa.

Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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